Quem me acompanha pelo Instagram sabe que, volta e meia, dou uma passadinha pelas fast-fashions – vulgo lojas de departamento -, pra ficar por dentro das novas coleções e tudo o mais. E o que andei reparando? Que, dependendo da peça que você está procurando, vale a pena pesquisar em todas elas antes, por motivos de que: você pode encontrar coisas extremamente semelhantes por preços BEM diferentes.
Duvida? Então olha só o que achei, andando pela C&A, Renner e Riachuelo de Santos! Em alguns casos, a diferença de preço é bem grande, em outros, nem tanto (o menor preço, nas imagens, estará destacado em amarelo, como “vencedor”). Vale a pena pesquisar antes de se jogar na primeira oportunidade! De quebra, dei também uma pincelada nas peças que são tanto atemporais, quanto apostas para a próxima estação (também conhecida como Outono-Inverno! Que chegue logo!! rs).
Saia, ao menos para mim, é uma peça favorável dentro de infinitas possibilidades: além de valorizar as curvas do corpo feminino, ela é leve, confortável e, dependendo da altura, cai bem em looks para todas as ocasiões. O floral já não faz apenas parte do closet de primavera-verão há tempos, logo, no inverno é só acrescentar uma meia-calça e um sapato fechado e colocá-lo para jogo. Já a textura metalizada aparece forte no frio, assim como as plissadas (mas, na verdade, eu creio que todas elas podem fazer parte do visual o ano todo, desde que os complementos tornem a produção coerente).
O comprimento longo neste verão se torna um pouco restrito, mas, nada impede que ele venha a substituir o uso de uma calça, por exemplo. Apesar de longo, é sempre mais fresco por ser fluído! Já no inverno ele é super bem-vindo, estampado ou não, pra complementar e aquecer com moderação o visual da temporada mais fria. A pegada boho é normalmente a queridinha nesse contexto.
Vestidos são como saias – com o acréscimo de que, por ser peça única, nos fazem economizar o tempo que gastaríamos pensando em uma segunda peça para combinar. Em se tratando de inverno, teria apenas que pensar no casaco (seria, no caso, uma terceira peça, mas neste contexto viraria “segunda) e, claro, nos demais complementos. Do mini ao máxi, todos eles conseguem enriquecer produções invernais com bastante estilo e praticidade.
Aqui, seleções de peças em preto e jeans. O preto eu não posso dizer que é viável usar no verão, já que a cor esquenta ainda mais por absorver o calor (falei disso com mais detalhes no Insta e em vídeo)! Já o jeans, dependendo da composição (vide post sobre Tecidos), consegue entrar no look de verão tranquilamente, mais ainda, de inverno. Então, se você vai investir numa peça jeans, pode ter certeza de que, muito provavelmente, é para o ano todo!
Agora, a parte realmente “invernal” da história! As bombers e os modelos em jeans chamados “oversized” (traduzindo para o português, “grandes/enormes”) são uma das mais fortes apostas da categoria. Ambos carregam consigo uma pegada esportiva que pode dar o tom, tanto em looks mais clássicos, quanto nos que seguirem essa linha mais street. Sou a favor de ter uma peça mais neutra, no caso de adquirir nova, pra conseguir se acostumar com a “novidade” (para aquelas que nunca usaram nada parecido).
E falando em clássicos… o moletom, que também já se consagrou como curinga essencial da estação, recebe variadas releituras – o que significa que ele não fica só no basicão. A moda dos patches invadem a peça, assim como a das frases e das estampas irreverentes – o que já não é bem lá uma novidade. Como eu costumo dizer: o moletom está para o inverno, assim como a t-shirt está para o verão. Pode fazer parte dos looks mais simples até os mais sofisticados.
E é claro que em se tratando de país tropical e de temperaturas amenas, as camisetas também fazem parte do closet o ano todo – principalmente, da meia-estação! Pintou dúvida do que vestir? Começa pela camiseta e vai acrescentando as demais peças pra formar look casual, informal, passeio e até social. É uma das peças mais simples e democráticas do armário!
A premissa é quase a mesma para os croppeds. Já as batas podem restringir no que diz respeito a biótipos. Não é questão de “não poder” e, sim, de talvez não se sentir bem, porque a modelagem não favorece todo tipo de corpo. A dica que sempre dou é: quanto mais busto, maior deve ser o decote; quanto menos busto, menor o decote e mais trabalhado, para dar volume na região. O truque de cores/estampas claras ‘versus’ escuras também é super válido aqui (vide vídeo no qual já o expliquei com mais detalhes).
Obviamente, estou longe de dar um panorama super preciso de comparação de preços, já que estas lojas são enormes e possuem um imenso estoque, o qual eu não teria condições de detalhar totalmente por aqui. Porém, mediante estes exemplos e pela minha experiência de frequentadora/consumidora destas lojas, pude concluir algumas coisas que podem ser dicas úteis pra você, na hora de comprar:
1- A Renner é a mais carinha de todas, não tem jeito. É minha favorita, mas, às vezes você consegue encontrar uma coisa ou outra mais barata e beeeem parecida em outras lojas;
2- Por ser mais cara, TALVEZ ela invista em materiais de melhor qualidade. O que não significa que você não tenha sempre que atentar às etiquetas na hora da lavagem, pra ter o cuidado certo com a peça e ela durar mais (isso vale pra toda e qualquer compra em qualquer lugar!);
3- A Riachuelo tem provado ser a mais em conta, não só em termos de coleções novas, como em nível de ofertas mais vantajosas nas liquidas. Tem muita promoção que chamo de “engana trouxa” – muitas vezes, deixam a peça até com o mesmo preço e só a mudam para a arara de “última oportunidade”, pra pessoa pensar que está fazendo um super negócio. No site da Riachuelo é difícil encontrar muita coisa que se vê nas lojas físicas, então, é muito mais válido ir pessoalmente conferir;
4- A C&A fica com “um pé em cada canoa” em termos de qualidade X preço. É, normalmente, a última que costumo olhar quando estou procurando por algo, mas, tendo em vista a diferença de preços em algumas peças, já não será mais a última opção. A franquia de Santos é bem fraca em termos de lançamento, mas, no site dá pra encontrar muita coisa legal e em conta.
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Super beijo e até a próxima!
Marcéli
Me chamo Marcéli Paulino, nascida em 16 de Julho de 1988, e sou bacharel em Tradução e Interpretação, curso que iniciei com 17 anos! Um pouco antes de me formar, já me interessava muito por moda e sabia que queria estudar e atuar na área. Então, assim que peguei meu diploma, foi o que fiz: procurei formações na área, que era meu sonho…