Não dá pra falar em Gabrielle Chanel sem pensar na imagem da estilista usando um chapéu e um colar de pérolas. Assim como, quando se pensa na grife, normalmente se pensa no terno feminino, algo consolidado intencionalmente por ela, desde o início de sua carreira.
Valentino consolidou, entre muitas referências, seu tom de vermelho que até hoje é marca registrada para o mercado. Isso foi ao acaso? Não.
Tanto um quanto o outro tinham vontade de se diferenciar das tendências de sua época e de se tornarem marcantes. E assim conseguiram. E a grande sacada de cada um deles, foi reunir:
— conhecimento de tendências de sua época, para quebrá-las;
— conhecimento de qual público gostariam de atingir e criar conexões com pessoas chave, frequentadoras da ambiência desse público;
— entendimento do que gostavam e do que faziam bem feito, para replicar e repetir muitas e muitas vezes até que isso se tornasse facilmente reconhecível.

Nas imagens acima: Gabrielle Chanel em seu atelier, fazendo ajustes finais de um dos looks que seriam desfilados pelas modelos, em meados de 1935; Abaixo, foto de uma campanha da marca, anos depois, para uma revista de Moda, em meados do anos 2000. As referências permanecem.
Se até grandes marcas, hoje mais do que consolidadas, precisaram repetir incansavelmente suas referências para criar uma Assinatura de Estilo na mente de seu cliente ideal (e do público, de forma geral) pra se tornarem reconhecidas por isso, por que com pessoas isso seria diferente?
Daqui, podemos tirar, inclusive, uma grande lição: se você, hoje, é associada(o) a coisas negativas ou baixo ticket: a culpa é sua.
Se você quer construir alto valor na mente da sua audiência e do seu interlocutor, já passou da hora de delegar a uma especialista a construção certeira de elementos que traduzem sua unicidade para que você seja reconhecido(a) da forma que merece.
Se você concorda, seu caminho começa aqui.
Xoxo,

Me chamo Marcéli Paulino, nascida em 16 de Julho de 1988, e sou bacharel em Tradução e Interpretação, curso que iniciei com 17 anos! Um pouco antes de me formar, já me interessava muito por moda e sabia que queria estudar e atuar na área. Então, assim que peguei meu diploma, foi o que fiz: procurei formações na área, que era meu sonho…