Mês: agosto 2019

Manual da saia: qual é a funcionalidade de cada modelo no visual?

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A saia é ítem quase que indispensável do closet para muitas de nós, mulheres, não é verdade? Fresquinha e super feminina, existem muitos modelos por aí. No post de hoje, vou falar um pouquinho sobre alguns deles e como eles funcionam no nosso visual em termos de proporção.

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A saia lápis é aquele modelo justinho, geralmente na altura do joelho, comumente utilizada para looks corporativos, pois tem um apelo um pouquinho mais formal. Funcionalidade: valoriza curvas; enfatiza muito o quadril e as pernas.

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Romântica, a saia evasé pode tanto ser godê, técnica que deixa o tecido com “ondas”, quanto ser reta. Também pode aparecer em várias alturas – no tamanho mini, no tamanho médio ou no tamanho midi. Sua forma é definida pela modelagem justa em cima, na área da cintura, e por ter uma linha seguindo o formato de uma letra A maiúscula. Funcionalidade: afina a cintura, disfarça quadril e pernas; deixa as canelas e os tornozelos em evidência.

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Linear e mega confortável, a saia longa é muito democrática. Sua funcionalidade para o look tem muito mais a ver com a cor e a estampa com as quais ela é feita, do que propriamente com a modelagem. Funcionalidade: alongam a silhueta – a proporção fica ainda maior quando elas são usadas com salto. 

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Ainda falando de modelagem, essa técnica com o tecido também aparece em modelos de saias de diferentes tamanhos. As pregas ou o plissado são essas pequenas “dobrinhas” na vertical que o tecido faz. Funcionalidade: geralmente, são modelos de saia que proporcionam volume.

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A técnica de drapear uma peça consiste em deixar o tecido com pequenas elevações em dobras, na horizontal. A saia que faz uso desta técnica é, geralmente, justa e curta ou assimétrica. Funcionalidade: enfatiza a região (no caso, quadril e glúteos) e proporciona volume.

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Geralmente possui corte reto e um apelo sexy, deixando qualquer look mais feminino e (positivamente) provocante.Funcionalidade: valoriza curvas, na região da cintura e dos glúteos, e afina pernas. 

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Essa modelagem foi lançada por Diane Von Furstenberg nos anos 80 através dos vestidos, mas, recentemente, a ideia também invadiu modelos de saias que são, naturalmente, encaradas como modelos descolados e, ao mesmo tempo, elegantes – principalmente, se a altura for até o joelho. Funcionalidade: valoriza curvas e pernas; deixam a canela e a panturrilha em evidência (para o caso dos modelos na altura do joelho ou midi).

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Imagens: Pinterest e Unsplash – reprodução.

Esta categoria abrange todas as modelagens anteriormente citadas, mas, com o detalhe de sua altura ser pequena (lê-se: até 5 palmos acima do joelho). Ou seja: é um modelo próprio para eventos fora do âmbito profissional. Funcionalidade: destacam pernas, em toda sua extensão.

MAIS: Manual da meia calça – como usar, da preta à colorida

Espero que esse post sirva realmente como um manual, pra dar um help a vocês quando a dúvida bater na hora de se vestir!

Beijos e até mais 😉

Marcéli

Sobre a irracional atitude de reclamar sempre e por qualquer coisa

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Alguém aqui convive ou já conviveu com um ser humano que reclama por qualquer coisinha? Aquele tipo de pessoa que, ao invés de sempre encontrar um motivo pelo qual ser grato, encontra um motivo pra xingar, praguejar e reclamar.

Se tá frio, “que saco que tá frio”; se tá calor “que [email protected] que tá calor”. Nunca nada está suficientemente bom ou satisfatório para essa pessoa. E convenhamos: conviver com alguém assim é um saco, né?

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Hoje quero utilizar esse espaço não somente para desabafar sobre esse tipo de pessoa, mas, também, para mostrar por que agir desta forma é, além de chato, bastante irracional energeticamente falando. 

Em primeiro lugar: reclamar sobre algo não fará com que a situação mude e aconteça da forma que você quer. O universo não vai se moldar ao que você acha mais conveniente, como se dissesse: “nossa, olha só. Deixei o fulano irritado, por isso vou mudar as circunstâncias”. Não, amor. Não é assim que acontece. 

Em segundo lugar: energeticamente falando, sua reclamação funciona como uma pá que, a cada vez que você a coloca em prática, ela cava mais fundo na sua energia “do bem”, digamos. Então sempre que algo que você não gosta ocorre e você, ao invés de pensar racionalmente em uma forma para contornar aquilo, fica falando repetidas vezes sobre o que aconteceu e praguejando, você está cavando um poço para sua força mental e dando mais poder ao problema.

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E o pior disso não é nem somente cavar o poço para si mesmx: é cavar para quem está ao seu redor, também. Porque quem convive com a gente acaba compartilhando da energia que está ao redor, seja boa, seja ruim. Trocado em miúdos: você está fazendo mal a si próprix e a quem você supostamente ama, que está próximo de você ou que convive com você de alguma forma.

Se te perguntassem: “você gosta de ser infeliz?“, o que você responderia? Certamente que “não”, né. Mas quando você age de maneira e explodir e/ou a reclamar de tudo, é exatamente o que você escolhe se tornar: infeliz. Porque a felicidade não está em nunca passar por problemas, mas em como você os enfrenta e permita que eles te afetem.

MAIS: Como é morar sozinha e tudo que essa mudança implica

É como eu sempre digo: é muito fácil ser equilibrado e gente boa quando tá tudo bem e quando as cirucunstâncias estão favoráveis. O grande desafio está em ser uma pessoa boa e equilibrada quando tá tudo de ponta cabeça.

Portanto, reflita que tipo de pessoa você tem escolhido ser.

Beijos,

Marcéli.

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