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Vou encerrar o ano de 2019 com um post do jeito que eu gosto: dando um tapa na cara da sociedade hipócrita que (ainda) gosta de julgar o “livro pela capa”. Trocado em miúdos para o âmbito da moda: julgar a pessoa pelo estilo da roupa/acessório que usa.

Viagem minha? Nem um pouco. Pois pasmem, não faz muito tempo assisti a um vídeo no Instagram, publicado por um veículo de mídia famoso, no qual uma senhora julgava, sem a menor noção de empatia, algumas das modinhas as quais aderimos atualmente, entre elas, fivelas de cabelo, bermudas ciclistas, t-shirts com frases e a tal “logomania“. Entre alguns adjetivos que a senhora dava a essas modinhas, ela usava a palavra “brega“.

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Minha opinião: você pode desgostar de tendências? Pode. E você pode menosprezar ou desrespeitar o outro por usar algo que você não gosta? Não, não pode. BREGA é julgar o outro por usar algo que não gostamos ou que achamos que, por algum motivo, “não deveria ser usado”. Pelo amor, né? Não temos o controle do que o outro fala, faz ou usa e cabe a você respeitar a decisão do outro, desde que isso não fira sua liberdade – e em se tratando de moda, não fere nem um pouco. É que tem gente idiota que ainda acha divertido rebaixar outra pessoa, só porque ela está usando algo que, dentro do seu conceito-bolha de “ser superior”, está “errado”.

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Venho aqui, então, protestar e deixar registrado meu repúdio a este tipo de atitude. Essa posição de “sou [email protected] e dito regras de moda” e “certo e errado” ficou lá nos anos 2000. Hoje não presta para mais nada a não ser pra jogar a autoestima de outra pessoa no lixo. E pra quê você vai se prestar a isso, podendo espalhar coisas boas? Não entra na minha cabeça.

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Espalho ao longo do post várias fotos minhas de looks que usei ao longo do ano, cheio de tendências polêmicas, para mostrar que a premissa, ao me vestir, é: agradar a MIM MESMA. Se você, lindo ou linda, se deixa abater pela opinião dos outros em relação ao que você veste, pode parar. Vamos exercitar nossa autoestima para que nossa própria opinião seja o suficiente – e aceitar quando alguém não gostar do que vestimos. A pessoa realmente não é obrigada a achar lindo, ela tem o direito de desgostar. Mas, se ela será sem noção de expôr isso, é outra história.

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Eu penso da seguinte forma: o que você vai falar acrescenta algo de útil/positivo na vida da pessoa? Se sim, ótimo. Senão, fica caladinha que é o melhor que você faz. Vá ler, meditar, assistir a um filme, correr, pedalar, fazer qualquer coisa de produtiva para sua vida, no lugar de encher o saco alheio. Fulana tá usando uma roupa que você acha feia? Deixa ela. Se você acha feio, é só não usar.

Ciclana tá com uma maquiagem que você não gosta? Deixa ela. Você não é palmatória do mundo. Não gosta? Não USE, não FAÇA, não SEJA. É isso. O mundo não tá aí para agradar a gente. Agrade-se a si própria, cuide do seu umbigo e respeite a liberdade das outras pessoas de serem/vestirem/usarem o que quiserem. Cada um nasceu com um cérebro próprio pra tomar suas decisões e não pra ter alguém ao lado dizendo o que se deve ou não fazer.

LEIA MAIS: Etiqueta nas redes sociais – um guia para não cometer gafes!

Evolua! Aproveite a virada da década pra abrir a mente 😉

beijos e até 2020,

Marcéli.

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