Vem desvendar esse mistério da cartela cromática pra vida real!
A calça xadrez chegou para ganhar nossos corações. A estampa, que já não é novidade, invade modelos da peça clássica de inverno – a calça -, agregando a ela muitos pontos de estilo.
Se você já é amante do estilo grunge e não dispensa uma camisa na padronagem, espere para se apaixonar completamente pelas calças!
Do modelo mais justo ao mais larguinho, cada uma tem seu efeito visual. Escolha sua favorita:
As calças-cenoura são aquelas cuja modelagem é cintura-alta, bem justa na região do abdômen e vai, levemente, alargando na altura do quadril e coxas. Perto da canela e dos tornozelos, ela afina novamente. É um modelo bacana para quem é bem magrinha e quer aparentar um pouco mais curvilínea. Combine com peças justas na parte de cima, para evitar o efeito reverso e parecer “alargadinha” demais (se este não for seu objetivo).
Os modelos skinny já são mais que conhecidos: justos, enfatizam bastante o corpo. Quem procura por este objetivo, então, pode se jogar nelas! A combinação pode variar, mas, o mais legal é sempre proporcionar um equilíbrio ao visual, portanto, coordene a peça com camisas, blazers, jaquetas e moletons.
A pantacourt é bastante democrática; confortável, transmite elegância sem nenhum esforço. Pernas mais grossinhas podem aderir a um salto, para alongar a parte que fica de fora. Já donas de pernas fininhas, se quiserem “engrossá-las” visualmente, podem investir em um sapato flat. Este modelo de calça combina com peças mais sequinhas na parte de cima, uma vez que seu corte evasé costuma proporcionar volume à parte de baixo do corpo.
E aí, já se rendeu às calças xadrez? Qual seu modelo preferido??
Beijos e até a próxima dica!
Marcéli
Quem acompanha meu conteúdo sabe o quanto bato na tecla do consumo consciente. E uma das alternativas que sempre sugiro pra que a gente consiga aproveitar melhor o que possui dentro do armário, economizando dinheiro, é transformando nossas peças de roupas e acessórios!
A Arranjos Express é uma franquia internacional que chegou para facilitar nossa vida! Muito além de uma empresa que faz ajustes nas roupas, a equipe promove customização nas mais diversas propostas, para você ter uma peça nova gastando bem menos.
E a melhor parte? É que esta franquia acaba de chegar em Santos!! E como eu sempre gosto de conferir de perto serviços e produtos que trabalham lado a lado com o consumo consciente, aproveitei para escolher algumas peças e customiza-las!
A primeira delas é uma camisa masculina do meu pai, que está novinha e ele não usa mais. O que será que podemos fazer com ela?
Falando em peças masculinas… se você é das minhas e adora “invadir” o guarda-roupa deles para fazer novos looks, o mês de Junho e o Dia dos Namorados pode ser inspirador para você fazer uma “limpa” no armário do seu namorado e reaproveitar peças que ele não quer mais!
É uma maneira mais consciente e bem mais econômica dele lhe presentear.
Aqui, deixo algumas inspirações de roupas transformadas a partir de peças masculinas, pra vocês irem pensando no assunto. Continuem me acompanhando para saber como a Arranjos Express irá customizar as minhas roupas!
E também acompanhem através do meu Instagram minha experiência utilizando o serviço deles. E para refrescar sua memória, aí vão algumas boas razões para você começar a considerar reformar/customizar suas peças paradas no guarda-roupa:
Atualizando o resultado da minha primeira customização com a Arranjos Express Santos, para vocês verem que coisa linda que ficou! Nunca imaginei que uma camisa masculina pudesse vir a se tornar um vestido ombro a ombro leve e super charmoso. Que tal?
A melhor parte, além de poder reaproveitar uma peça que estava em desuso e praticar o consumo consciente, é que você pode fazer isso gastando super pouco e de maneira rápida!
Quer experimentar o serviço deles? Utilize meu cupom #ARRANJOSLINDIZZIMA ao fazer qualquer ajuste na sua roupa e ganhe uma customização grátis no mês de JUNHO! Atenção para o regulamento:
Beijos e até a próxima 😉
Marcéli
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ARRANJOS EXPRESS
Miramar Shopping – Rua Euclides da Cunha, nº 21 – piso 1, loja 40. Santos, SP – Brasil
Tel. (13) 3321-3221
Siga também no Instagram: @arranjosexpress.santos
O ato de comprar: pra uns, um momento de lazer; para outros, uma necessidade. Seja qual for seu ponto de vista, é sempre bom sabermos comprar com inteligência – para ter não só um closet mais conciso, como, também, para não ficar no vermelho.
Por isso, hoje elaborei uma lista prática com 5 coisas essenciais para você praticar na hora de ir às compras – deixando seu ato de comprar mais inteligente!
Ter uma lista de compras é sempre bom, porque te dá um norte do que você mais precisa. Enumere os ítens do mais necessário ao menos e procure não fugir do que está ali.
O povo de humanas ODEIA Excel, eu sei, mas, ele é uma mão na roda quando o assunto é organizar gastos. Faça duas tabelas simples, de Receita e Despesas; em Receitas você coloca cada um dos seus ganhos (ex. salário, bonificações) e, em Despesas, seus gastos fixos. Calculando sua média mensal de um e de outro você sabe quanto sobra para gastar com outras coisas – e, assim, pode se planejar melhor.
Você quer muito uma peça de roupa? Ok. Mas, antes de comprar na primeira loja, analise mais de um lugar; compare preços, tamanhos e, principalmente, qualidade. Dependendo do custo-benefício pode valer a pena pagar mais caro numa peça que vai durar mais anos – no lugar de pagar bem baratinho, mas, precisar comprar de novo daqui a um mês.
Sempre fui a rainha do impulso e, de tanto passar boa parte da vida com o armário entulhado de coisas que não uso, comecei a refletir na hora da compra. Ou seja: se estiver na dúvida a respeito de algo, NÃO compre. Reflita, primeiro, se você precisa muito daquilo e se realmente fará diferença na sua vida; se a resposta for “não” para estas afirmações, você não precisa gastar com isso.
Outra coisa que a vida de trabalhadora me ensinou foi a evitar parcelar coisas. Vale mais a pena guardar o dinheiro que você precisa para uma compra específica a ficar se endividando. Crédito serve para compras maiores, em que pagar à vista se torna inviável por conta do altíssimo valor. Sua saúde mental e sua vida financeira agradecem se você priorizar pagar compras pequenas à vista.
Gostou das dicas? Faltou algum conselho que você não leu aqui?? Deixe um comentário opinando ou tirando suas dúvidas.
Beijos e até a próxima 😉
Marcéli
Vamos fazer uma rápida retrospectiva da sociedade nos anos 90: elegância era sinônimo de consumismo. Desde que me entendo por gente, “era mais quem tinha mais”. Quanto maior o poder aquisitivo, mais um indivíduo era capaz de conquistar popularidade e respeito em seu meio.
Desconsiderar o outro por possuir menos era o beabá para ser uma it person. A coisa era três vezes pior quando o meio no qual nos inseríamos era a Moda. Redações, estúdios, camarins, semanas de moda, backstages, tudo “cheirava” a carão e soberba. Eu cresci, entrei na fase adulta, assistindo a isso.
Tudo nos fazia sentir que jamais éramos “boas” o bastante para ser admiradas, para ser aceitas e, até mesmo, respeitadas. Influência de uma sociedade que outrora era muito mais podadora e cheia de estereótipos do que hoje? Com certeza. Graças a Deus, tudo muda e as coisas evoluem – o que nos faz refletir a respeito do conceito de elegância atual, que mudou um pouco dos anos 90 pra cá.
Consumo e consumismo são palavras bem parecidas e “parentes” lexicamente falando, porém, seus significados são um pouco diferentes dentro da minha interpretação. Você precisa do consumo para viver – você consome alimentos, produtos de higiene, produtos de limpeza, etc. Consumismo está intrinsecamente ligado ao ato de consumir de maneira compulsiva. Comprar para ser algo; para ter status, para receber aprovação. E este é um comportamento que herdamos da cafonice esnobe dos anos 90.
Em tempos de crise e de estruturas político-econômicas abaladas, cada vez mais questionáveis, sair gastando que nem louca (ainda que você tenha dinheiro para isso) é, no mínimo, cafona. É como o cigarro: o ato de fumar na década de 20 era considerado chique, depois, caiu no conceito do senso comum e passou a ser considerado brega. Nos anos 2000 subiu um pouco no conceito geral e chegou a ser considerado “atitude descolada”, e hoje, finalmente, decaiu de vez, já que a saúde é uma das temáticas mais valorizadas por qualquer ser humano que preze pela própria vida. Hoje, fumar é, com o perdão da palavra, uma atitude imbecil.
Sou da opinião que cada um admira aquilo com o que se identifica. A grosso modo, em tempos onde a igualdade, o respeito e a solidariedade (felizmente) falam tão mais alto, e são consideradas premissas do bom convívio, simplesmente não combina ser arrogante, consumista, soberbo, egoísta. E, felizmente, esta é a visão de muitas pessoas. Elegância definitivamente mudou de conceito e se aperfeiçoou. Alguém “é”, hoje, não os bens que possui, mas o que carrega dentro de si. Alguém é suas atitudes, não suas posses. E este alguém ganha admiração através disso.
Uma prova destas mudanças são as coleções mostradas nas passarelas do SPFW n45. Perceba como o processo de criação ganhou novas propostas, como os estilistas se preocupam com matérias primas reutilizáveis – ao menos, alguns deles -; como as próprias modelos nas passarelas já não apresentam apenas um biótipo; o próprio show que é o desfile, hoje, é apresentado de forma totalmente diferente, irreverente, transgressora… Tudo isso é reflexo da mudança que acontece agora. A gente é o que a gente é, de fato; e não o que a gente possui.
A moda não “dita” mais nada; formadores de opinião não são mais aqueles que podem muito financeiramente; a moda PRECISA de você para se consolidar e formadores de opinião, atualmente, são aqueles cujas ideias conseguem influenciar um maior número de pessoas. Que cativam, que explicam por A+B sua posição referente a qualquer assunto e provam isso de maneira convincente e ética. TER DINHEIRO, possuir peças de grandes marcas, gastar os turbos com coisas consideradas “chiques” é, hoje, nada além de ser vazio e não ter nada além disso para oferecer.
Perceba que minha crítica não é a quem tem grande poder aquisitivo e opta por comprar coisas caras, mas, a quem acha que pode ser SUPERIOR por causa disso.
E convenhamos: o conteúdo que vem dentro da embalagem pode ser tão mais rico! Você não concorda? 😉
Beijos e boa semana!
Marcéli.
A moda mudou. E quando digo isto, não me refiro somente às mudanças estéticas, trazidas a cada temporada, mas, ao conceito. Que sempre se atualiza de acordo com o tempo em que vivemos. Sempre digo que, muito além da indumentária, moda é comportamento; é manifesto; expressão e, por que não, ideais.
E que tempo será que vivemos agora? Como queremos ser representadas pelas marcas que expõem suas ideias na passarela? Depois de uma longa reflexão, de uma coisa eu tenho certeza: não há mais espaço para o fútil. A ostentação e o glamour estão, mais do que nunca, fora de moda. Isso se extende, inclusive, para além da indumentária e refere-se também à atitude, onde arrogância e exclusão também estão OVER há muito tempo. Mas isso é assunto para um outro post.
A 45ª edição do São Paulo Fashion Week teve como inspiração as poesias de Conrado Segreto. Mais que o romantismo e que a liberdade de expressão do autor em suas obras, senti que esta semana de moda representou fortemente a diversidade, muito mais que as semanas anteriores. E eu sinto que a tendência é, felizmente, (re)afirmar esse ponto de vista, cada vez mais.
Afinal, o que é moda sem inclusão e liberdade? Não dá mais para ficar na negação, mantendo antigos padrões em que a moda era considerada um divisor de águas no âmbito social; em que era necessário “rezar pelas cartilhas das revistas e das vitrines”ou você seria olhado torto e excluído de uma rodinha. Moda não é mais isso há muito tempo.
Sendo assim, vamos a um panorama dos desfiles que mais me agradaram – não só em termos de informação de moda, mas, em seu conceito como um todo!
Não dá pra fugir da moda praia, nem mesmo no Outono-Inverno, considerando que esse imenso país possui partes que vivem o verão o ano inteiro. Sendo assim, uma das marcas de moda praia carimbadas da semana paulistana investiu numa coleção romântico-retrô para seu beachwear, entre babados, poás, listras e formas geométricas.
O estilo rococó foi atualizado pela modernidade das cores e das prints gráficas, que enfeitaram suas roupas de banho em modelagens tomara-que-caia, off shoulders, cortininha e maiôs. Ponto para a produção do desfile da marca, que optou por modelos de diferentes idades e biótipos na passarela.
Idealizado e executado pelo estilista Gustavo Silvestre, o Projeto Ponto Firme oferece aulas de crochê aos detentos da penitenciária Desembargador Adriano Marrey, em Guarulhos – SP. O trabalho de capacitação resultou na coleção que abriu o primeiro dia de evento na capital paulistana.
Na passarela, vestidos, casacos e conjuntos de saia e blusa trabalhados em crochê, com a mais variada cartela de cores – do preto, clássico neutro, ao vermelho, laranja, verde-bandeira e amarelo. Tudo bem tropical e leve, como é o nosso inverno.
Celebrando a diversidade cultural dos imigrantes brasileiros, a marca, que sempre exibe uma modelagem impecável em seus desfiles, apostou nas peças amplas e nos tecidos comfy, em meio a uma cartela de cores bastante democrática, cujos tons podem ser facilmente combinados entre si. As malhas, feitas em um rico trabalho de patchwork, promovem o bem-estar esperado em uma época de outono-inverno.
A praticidade da coleção se estende aos acessórios: amarrações para ajuste de mochila e cinto, bem como pochetes com grandes bolsos removíveis.
A passarela da marca de Oscar Metsavath representou, com louvor, o que a moda significa nos tempos atuais. Sua coleção, batizada de “ASAP”, teve o sentido de um manifesto, no qual a grife alerta para a confecção de peças de modo consciente. Seu inverno 2018 protagonizou a sustentabilidade, onde cada peça foi feita por mãos de trabalhadores de comunidades, visando geração de renda, e onde a matéria-prima escolhida é credenciada e autorizada pelo IBAMA (foi o caso da pele do peixe pirarucu e do salmão).
Seu inverno 2018 apresentou peças de apelo esportivo-comfy, modelagem que já faz parte do DNA da marca, entre calças amplas, maxicasacos, malhas e quimonos – feitos com algodão reciclado, outro material utilizado na confecção das peças. Malhas feitas de pet, casacos de naylon glass e bolsas e mochilas com aplicação em cristais Swarovski também fizeram parte da coleção.
Parceria é outra palavra de ordem da economia atual que reflete, é claro, no âmbito da moda. Não diferente, o SPFW também teve várias destas parcerias marcando presença nas passarelas – e uma delas foi entre Manolita e Pat.Bo. O inverno cool da marca de roupas de Patrícia Bonaldi recebeu a elegância dos sapatos de Manolita, entre modelos de botas, ankle boots e escarpins nos mais diferentes designs.
Do inverno 2018 de Pat.Bo podemos tirar como inspiração o xadrez Tartan e Príncipe de Gales, pomposos, no entanto, inseridos num contexto bem casual e irreverente, ao lado de babados e peças estruturadas. O estilo boho chic também deu levemente as caras, em meio a modelagens fluídas de calças e acessórios como o gorro que faz alusão a um turbante.
Outra marca, cujo conceito representou muito bem nosso momento atual na sociedade, foi a Cotton Project. Seu ideal “HOW TO LEAVE THE WORLD BEHIND” (como deixar o mundo para trás, em tradução livre), enumera algumas questões que podem cair por terra no momento em que passamos a analisá-las, entre elas: “é impossível se livrar da ansiedade, mas você pode mudar a forma como se relaciona com ela”.
Em um formato de escapismo real, a marca investiu na representatividade de um necessário equilíbrio entre a vida louca urbana e a calmaria de um ambiente rural, em peças de cores referentes à natureza – verde, tons de marrom, beges e crus -, com pitadas de cinza, lilás e mostarda. Das texturas utilizadas, forte presença da camurça, da pelúcia sintética, do jacquard, do moletom, do jeans, da sarja, do tricô e dos couros naturais.
Um dos fortes nomes do jeanswear da atualidade, a Amapô também teve como base de sua coleção a diversidade cultural, social e racial. Em uma divertida e irreverente apresentação, sua passarela do inverno 2018 foi marcada por um mix de referências pop dos anos 80 – como Madonna, Lady Gaga e David Bowie, com explosão de cores, ombros marcados e texturas envernizadas.
Presença também de uma pitada do estilo skatista, marcada pelos bermudões e casacos de tactel. Outro ponto forte e interessantíssimo da coleção: algumas de suas peças são de brechós, que foram reaproveitadas e confeccionadas para a apresentação.
Inspirada nos esportes invernais, como o esqui, a marca revisitou lugares como Aspen, Chamoix e Montblanc em suas peças para o inverno 2018. O branco é tom predominante nos looks, que apresentam modelagens que mesclam o street e o sportwear (trabalho já conhecido da marca), em um leve contraponto ao romantismo da era vitoriana, presente em alguns sutis acabamentos.
As formas geométricas dão passagem, também, para uma pegada futurista em alguns looks. Além do branco, a cartela de cores se divide entre o lilás, o verde água, o laranja-manga, o azul cobalto, o sal rosa e o off white.
E por aqui encerro mais uma cobertura da semana de moda paulistana. São quase 6 anos neste árduo trabalho que visa, além de informar sobre a vestimenta, o comportamento e o caminho que nossa sociedade vem tomando, já que moda é, indubitavelmente, um reflexo do que vivenciamos no dia a dia.
Nos vemos na próxima! Beijos,
Marcéli.
Finalmente o outono está aí e, o inverno, chegando! E o que uma boa consumista faz numa mudança de estação (depois de dar uma geral no armário)? Monta sua wish-list!
Dessa vez, desejei alguns produtinhos da Zaful, site chinês com peças lindas e super em conta (AMO) e mostro aqui para vocês.
4. Chocker é um dos meus acessórios favoritos, não importa a estação. Quando vi essa peça linda na Zaful por apenas 1 dólar (é isso mesmo que você está lendo), surtei, né?
5. Vermelho, nem preciso dizer, é tom preferido da estação. Sou muito fã de bodies e achei a modelagem desse maravilhosa, principalmente, por causa das mangas diferenciadas, além do decote ombro a ombro.
6. Bota: outra paixão minha. Não tenho nenhum modelo over-the-knee com salto baixo e, sim, elas continuam em alta no frio, assim como em outras temporadas.
7. Bolsa pequena e quadradinha: outro amor meu! Adoro tons de rosa e, apesar de fã da cor, não tenho um modelinho assim nesse tom. Vai pra wish list também!
8. Jaqueta de couro: outro clássico maravilhoso do inverno, do qual eu, pelo menos, não abro mão! Pra quem não investe em couro legítimo, que é mais durável e muito mais caro (eu não compro, por N motivos), o jeito é trocar a peça a cada temporada. Esse modelo em couro fake tá maravilhoso, cheio de detalhes e acabamento.
9. O xadrez também tem cadeira cativa nas apostas de inverno e esse vestido é outra carta na manga para usar o ano inteiro, por ser leve e adaptável em várias propostas.
10. Bomber jacket: tá aí uma peça que nunca tive no meu guarda-roupa. Acho que tá na hora de mudar isso, né?
Tá gostando do acervo? E se eu te disser que tem um monte de cupons de desconto para você fazer suas compras no site economizando dinheiro??
GentryDH1 >> para pedidos acima de 26USD – economize 4USD
Gentryahq >>para pedidos acima de 40USD – economize 6USD
Gentryqay >>para pedidos acima de 50USD – economize 7USD
Gentrysmy >> para pedidos acima de 80USD – economize 12USD
GentryDPH12 >>para pedidos acima de 100USD – ecnomize 15USD
Aproveite cada um desses códigos nas compras acima dos valores estipulados e ganhe descontos! Mas, atenção: cada código só pode ser usado uma vez por cada cliente!
E aí, o que acharam da minha wish list da Zaful? Se você não tem pressa de receber seus produtos, procura por boa qualidade e por valor acessível, aconselho a dar um pulo nesse site. Você vai pirar com as roupas e os acessórios!
Beijocas e até a próxima dica 😉
Marcéli
Sou uma pessoa que acredita muito na diversidade de público e na versatilidade de conteúdo. Pra quem chegou a me mandar e-mail, Direct ou mesmo comentários dizendo que eu não abordava o tema Moda Plus Size, aí vai mais uma dica bacana para minhas leitoras do segmento.
Vocês já conhecem a Beline? Trata-se de um e-commerce nacional bem bacana, voltado somente para moda plus size, com um acervo bem rico de peças, para várias ocasiões. Vai do casual, até lingerie, moda praia e moda fitness.
Uma vez que o mercado de roupas plus size vem crescendo gradativamente – ainda bem! -, acho muito válido e importante divulgar lojas legais que atendam esse público. Sempre assisti a amigas, conhecidas e até leitoras reclamando da pouquíssima variedade que encontravam de roupas plus size e que estas nunca eram feitas dentro das tendências, mas, em modelos sempre iguais, padrões, “sem graças”.
As mulheres que vestem do 44 para cima merecem se sentir tão estilosas e sexies quanto qualquer outra mulher, que vista menor numeração. Pensando nisso, a Beline oferece para seu público uma navegação fácil e intuitiva em seu site, onde você tem, à sua disposição, sessões como vestidos plus size, calças, casacos, macacões, entre muitos outros.
Você também pode escolher fazer sua pesquisa por cores e até por tipo de tecido – um diferencial de experiência de compra que eu ainda não conhecia. A melhor parte? O preço. Por fazer uso de mais tecidos, roupas plus size geralmente são bem mais caras – às vezes, com valores exorbitantes.
Mas na Beline você consegue encontrar peças de qualidade, por valor bem acessível e, inclusive, com formas facilitadas de pagamento. Abaixo, confiram meus favoritos de moda plus size encontrados no site, para se inspirar!
Sobre a Beline
Para a alegria de uns e a tristeza de outros, o calor vai se despedindo e, o clima mais ameno, com ventinhos e chuvas, vem tomando lugar. As passarelas internacionais já apresentaram um vasto e diversificado leque de opções do que usar no outono inverno 2018 e, aqui, você confere uma pincelada geral daquilo que acredito ser mais bacana.
Vamos lá?
As conhecidas tramas que se cruzam, formando um harmônico joguinho de xadrez (que podem ser coloridos ou não), já têm cadeira cativa nas “maratonas” de inverno. Clássicos e democráticos, complementam os mais diversos estilos com bastante elegância. As ousadas podem até arriscar um mix de estampas!
A amplitude pega carona da veia sporty, que tomou conta de boa parte dos looks de verão, e se faz ainda presente nas produções invernais, em maxicasacos, calças, conjuntinhos e blusões. Aqui, conforto e aquecimento são as palavras de ordem.
Neutros têm seu espaço fixo nos looks de frio, mas, as cores vivas também entram em cena de novo – bom para quem gosta de variar. Roxo, laranja, vermelho, amarelo e azul são alguns dos tons que prometem aquecer seus looks outonais e tirá-los da monotonia. 
Enquanto tem espaço para o despojado, tem lugar, também, para as engomadinhas. Golas-boneca, punhos abotoados, bordados, laços e transparências transformam o visual da temporada em uma produção pra lá de bonequinha.
Vale brincar com referências antagônicas no mesmo look, arrematando-o com jaqueta de couro e botas e vale, também, entrar 100% na vibe ‘menininha’ com minissaia, meia-calça e sapato de fivela.
Calças de modelo flare, mangas volumosas, franjas, tons terrosos, jacquard e acessórios de pegada etnico-artsy desenham lindamente referências dos anos 70, misturadas com western para o inverno 2018. Agora é o momento de imprimir uma elegância cool ao look!
Ainda concorrendo com o preto como tom atemporal queridinho, o branco segura firme e forte a premissa de que vale muito como cor única e elegante para um visual monocromático.
Com esse pequenino cardápio, já dá pra ter uma ideia da maneira que vamos nos apresentar ao mundo neste friozinho, não? Se surgir alguma dúvida ou uma sugestão legal, não hesite em me enviar um e-mail ou deixar um comentário.
Nos vemos na próxima! Beijocas,
Marcéli.
Moda é um assunto complicado; quando o segmento Moda Festa é abordado dentro deste tema, então, a coisa complica ainda mais. Isto porque, hoje, existe uma vasta gama de modelos de vestidos e, também muitos tipos diferentes de ocasiões – que provocam dúvidas até hoje.
E como saber qual modelo é mais indicado para cada ocasião? Em primeiro lugar, o anfitrião da festa precisa especificar o dress code no convite, ao fazê-lo. A partir disto, as convidadas se orientam de acordo com o que é mais usual dentro do padrão de look pré-estabelecido. Se você ainda tem dúvidas a respeito desse assunto, o post de hoje é pra te dar uma ajudinha.
O traje esportivo é definido por uma atmosfera mais descontraída em festas, ou seja: mulheres podem deixar o salto de lado, se assim quiserem, e usar um vestido leve, sem muitos “frufrus”. Vale, até mesmo, um combo de “calça + blusinha”.
Já os homens podem ir de camisa e calça esportiva. Tanto um quanto o outro podem fazer uso de um jeans (em bom estado, vale ressaltar). Só não vale bermuda e chinelo! Risos.
Aqui, o grau de formalidade é um pouquinho maior. Para as mulheres, a situação pede um vestido mais elaborado e uma sandália de salto.
Para os homens, não é necessário usar gravata, por exemplo, mas o jeans precisa ser substituído por uma calça de alfaiataria (brim ou gabardine, por exemplo).
Está na hora de deixar a produção mais “classuda”, no caso, vestidos de tecidos nobres para as mulheres – como a seda, a musselina, os bordados – e, para os homens, terno e gravata (claro para o dia e escuro para a noite).
Este é o nível mais alto, por assim dizer, do dress code. Para as mulheres, vestidos de baile, acompanhados de jóias e sapatos finos e, para os homens, smoking.
A Wanda Brasil é uma marca que possui 30 anos de história em produção de vestidos de festa de altíssima qualidade. Atendendo tanto convidadas, quanto debutantes e noivas – não se esquecendo das madrinhas -, o tradicional e excelente serviço da marca mineira chegou em Santos há 4 meses para suprir a necessidade de um produto de qualidade no segmento, ramo este que estava em falta há algum tempo.
Todos os modelos da marca podem ser adquiridos em pronta entrega ou sob encomenda; para noivas e debutantes, também há o serviço de aluguel.
Essa foi dica de amiga do coração, hein? Um beijão e até a próxima,
Marcéli
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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
KALIL, Gloria. Alô, Chics/Gloria Kalil. São Paulo: Editouro, 2008.