9 ideias de fantasias para o Halloween
Conforto tem sido a palavra de ordem na hora de escolher um look, principalmente, se esse look for para o calor. E a febre dos tênis dá as boas-vindas para um novo modelo do grupo de calçados mega confortáveis: os Dad Sneakers.
Também intitulados “ugly sneakers“, a inspiração vem, mais uma vez, dos anos 90. Os tênis com “cara de pai”, coloridos ou não – mas, sem dúvidas com um ultra apelo esportivo – vão reforçar a veia despojada de produções montadas com calças e shortinhos de moletom ou vão equilibrar o romantismo de vestidos fluídos e estampados.
Algumas marcas internacionais já apostaram no modelinho polêmico, mas, inegavelmente confortável, entre elas: Louis Vuitton, Balenciaga, Raf Simons e Adidas.
O contraste de peças num look ao qual os Dad Sneakers são incorporados também sugere um mood futurista que acompanha o design destes calçados, acompanhando seu design inusitado.
Quer aderir? As possibilidades de combinações são bem variadas. O dia a dia de trabalho te convida a incorporar o par de tênis às calças e blazers. O resultado é um look corporativo mais descontraído.
Os vestidos e as saias, como dito anteriormente, amenizam a veia esportiva do calçado com doçura e feminilidade. Dá pra compensar também através de acessórios cheios de personalidade – como maxibrincos, braceletes, óculos e/ou chapéus.
Calça com fendas, blusas croppeds e tops já carregam consigo um sex appeal enorme que deixa qualquer mulher mais bonita. Os Dad Sneakers equilibram esse banho de sensualidade com praticidade, além de dar um descanso pros pezinhos.
E você? Vai aderir a mais essa trend?? Conta pra mim nos comentários.
beijos e até a próxima dica,
Marcéli
Cheios de referências vintage, os poás e as listras, que existem há décadas, ganham novo fôlego – e novos contextos – nas produções do verão 2019. Quer aderir já? Confira inspirações de looks e veja como adequar ambas as referências às suas produções do dia, de modo atual.
Surgidos nos anos 50 com um apelo erótico-divertido e eternizado por divas como Marilyn Monroe, os poás ou “polka dots“, como também são chamados, carregam um apelo romântico-vintage nos looks. A proposta do verão 2019 é equilibrar esse romantismo com peças mais descoladas e de pegada sporty.
Pense em combinações com tênis mais pesados, bolsas e palha e óculos moderninhos.
Aquelas que curtem se vestir de maneira mais clássica, podem investir na combinação com scarpins, sandálias de tiras finas e acessórios igualmente clássicos para arrematar – como argolas, chockers, chapéus ou pulseiras de bolas, que estão em alta desde o ano passado e permanecem.
Além do combo p&b, padronizado na estampa de poás, outras cores de fundo entram em cena para deixar o visual mais fresh para a estação mais quente. Vale, inclusive, o mix de estampas para modernizar a proposta. Invista!
O tão conhecido navy, associado a todo clima de verão e representado pelas cores branco, azul marinho e vermelho dá lugar às listras verticais de tons suaves – como azul Serenity, salmão, off white, verde folhagem e rosa blush – para colorir as produções do dia a dia da estação mais quente.
A estampa invade com força vestidos midi e macacões – minis e maxis -, além de saias, tops, shortinhos e chemises. Escolha sua modelagem e cor favorita e aposte sem medo!
E aí? Qual das duas tendências para o verão 2019 é mais a sua cara ou qual você vai aderir primeiro?? Me conta!
beijos e até a próxima dica 😉
Marcéli
Assim como tudo que entra em Moda, as estampas e formatos de Unicórnio passaram a gerar questionamentos quanto à sua duração, pelo longo tempo que estão em alta. Há dois verões esse bichinho fofo, que exala meiguice, invade peças de roupa e acessórios, caindo no gosto de fashionistas das mais diversas idades.
Nesse meio tempo, outros bichinhos já ganharam a atenção dos holofotes – como o Flamingo, o Panda e o Veado – e não se trata de verão ou inverno. Parece que em qualquer época do ano é tempo das pessoas deixarem seu lado infantil aflorar e se jogar na meiguice dos animaizinhos “encantados”.
O mercado de moda é um dos responsáveis pela movimentação relevante da economia mundial – e, como tal, busca trazer novidades sempre que possível (praticamente a todo momento). A tendência dos unicórnios ainda está em evidência e continua fazendo bastante sucesso – conseguimos constatar isso pelas novas coleções de verão. As referências se dividem bastante entre frutas, brasilidades (figuras que fazem alusão às cores da nossa bandeira), cactos, entre outros, mas, isso não tirou o lugar do unicórnio de dentro do leque de apostas.
É difícil prever o tempo de duração da moda de unicórnio, mas, sabe-se que a dimensão de itens que ele invade é grande – entre bolsas, mochilas, bijuterias, capa para celular, pantufas e até mesmo pijamas. Existe uma grande variedade de pijamas de unicórnio na internet, em muitos sites que não se resumem só aos chineses (e que depois de comprar a peça você precisa esperar eternamente para recebê-la).
Uma dica bacana para o segmento com a chegada do calor são os shorts-doll ou pijamas curtos, como também são chamados. Vale para todas as idades, inclusive para a moda infanto-juvenil – por sinal, dicas ótimas de presente: pijama de unicórnio infantil, pantufa de unicórnio ou almofadas.
O pijama tal mãe, tal filha faz bastante sucesso e deixa os looks de dormir de mamães e filhinhas combinando, outra tendência forte do mercado. Além dos pijamas infantis, também é grande a procura por pijama de unicórnio adulto, porque o bichinho não agrada somente as crianças, mas, também os adultos. A intenção é unir conforto, praticidade e diversão na hora de se vestir para dormir – ótima combinação para quem tem filhos.
Há uma teoria que diz que este movimento mundial de exaltação do unicórnio começou nos Estados Unidos, em meados de 2011, feito por um grupo de usuários do Tumblr intitulado Seapunk, que começaram a fazer várias montagens utilizando a imagem do bichinho. O objetivo foi unir a estética Punk com referências marinhas, o que resultou em looks com golfinhos, sereias e, claro, unicórnios – em uma vibe bem colorida e alegre.
Os créditos pela divulgação do unicórnio também vão aos famosos fãs do bichinho, que divulgam looks e acessórios com sua imagem. Quem se lembra de Ana Maria Braga apresentando o “Mais Você” vestida com um pijama de unicórnio? 
Acredito que a luta pela igualdade também alavanca a popularidade da imagem de unicórnio, uma vez que ele é alegre e todo coloridinho – assim como a bandeira LGBT. Mas isto é só um ponto de vista particular…
Mas nem só de pijamas de unicórnio vivem os fãs deste bichinho. Além de roupas, ainda é frequente encontrar essa tendência em outros nichos, como:
E aí, qual destas opções da modinha de unicórnio é a sua favorita? Conta pra mim!
Beijos e até a próxima,
Marcéli Paulino
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MANIA PIJAMAS
R. Salvador Leme de Melo, 89 – Centro
Pereiras – São Paulo
Outro dia, no meu perfil do Instagram, mostrei uma sessão de Cromoterapia que fiz no Spa Oriente, clínica de estética onde faço minha Terapia Auricular semanal.
O assunto rendeu um conteúdo bom para post, então, cá estou, pra explicar um pouco de como as cores atuam na nossa mente e nos nossos sentimentos e como podemos fazer uso delas em nosso dia a dia, não só na terapia em si, que é feita com luzes em uma clínica especializada, mas, também, nas roupas e acessórios que escolhemos usar.
Civilizações antigas, dentre elas, Egito, Índia, Grécia e China acreditavam que o uso das cores podia atuar no nível físico mais detalhado do corpo para harmonizá-lo, curando sintomas e até doenças. De acordo com a teoria da Cromoterapia, saúde e doença dependem de um grau de harmonia na interação entre meio ambiente, corpo e mente. Cada cor, por sua vez, tem uma vibração específica e uma capacidade terapêutica para aumentar essa harmonia necessária.
Este método de tratamento está ligado à Medicina Ayurvédica, que analisa separadamente cada região do corpo, nomeando-as de Chacras. Acredita-se que cada Chacra corresponde a um órgão e setor espiritual. Os Chacras estão localizados ao longo da espinha dorsal e possuem suas cores individuais específicas. O tratamento de cromoterapia, portanto, faz uso separadamente de cada cor dos nossos Chacras correspondentes, recuperando seu equilíbrio e, por consequência, a saúde física e espiritual.
Sendo assim, cada cor vai atuar numa área específica do nosso corpo direcionado a um ou a vários objetivos; esta área corresponde a sentimentos, emoções e até a sintomas. Você pode se apropriar desta técnica do tratamento pelas cores nos looks que usa em seu dia a dia, desde a roupa de academia até a roupa de dormir e, assim, amenizar ou estimular algum sentimento ou emoção, escolhendo a cor que precisa para determinada finalidade ou ocasião.
Localizado na base da espinha, é responsável pelo instinto e sentimento de sobreviência, pois está ligado à Terra. Transmite muita energia e, se usado em excessiva quantidade, pode causar agitação e estresse. Use vermelho quando você sentir que precisa de um empurrãozinho para realizar suas tarefas, quando estiver se sentindo fraca, sem energia ou com muita preguiça. O vermelho dá uma boa injeção de ânimo!
Localizado no baixo abdômen e genitais, é responsável pela sexualidade (alô lingerie laranja!) e pelo otimismo. Use-o para estimular o sistema respiratório, a fixação de cálcio e aliviar tensões e dores oriundas do stress. Mas, a contraindicação é semelhante à do vermelho: usado em excesso pode gerar excitação em demasia e acelerar os batimentos cardíacos.
Atuante no sistema nervoso central e autônomo simpático, o amarelo transmite vitalidade aos neurônios, ativando o raciocínio e a memória. Também ativa o bom funcionamento do fígado e dos intestinos. Bom antidepressivo, porém, contra-indicado para casos de insônia, alcoolismo, diarréia e gastrite.
Use amarelo quando precisar de uma forcinha no setor profissional, para clarear ideias e ativar o pensamento rápido numa proposta de trabalho ou entrevista de emprego.
É considerada a cor da natureza, do equilíbrio, da paz e da harmonia. Não à toa, Greenery foi eleita a cor de 2017, ano em que precisávamos mais do que nunca nos voltar para a sustentabilidade. O verde age diretamente amenizando problemas do coração e de pressão; descongestiona, equilibrando ações excessivas do vermelho, do laranja e do amarelo.
Auxilia no tratamento de insônia e de problemas emocionais e não tem contra-indicação. Pode ser útil, inclusive, no tratamento de câncer. Ou seja: se quiser vestir verde, toda hora é sempre uma boa oportunidade!
É uma cor suavizante e calmante, responsável pela melhora da comunicação física e espiritual. Possui propriedades antissépticas, refrescantes e adstringentes e vitaliza as glândulas da tireóide e paratireóide. É uma cor contraindicada para casos de depressão, hipotermia, fadiga e resfriado, pois ela pode acentuar esses sintomas.
Use-a em momentos de grande agitação e estresse, para equilibrar as energias e garantir calma e ponderação na tomada de decisões. Outra situação bacana de incluir algo azul na produção é ao falar em público, para alguma apresentação ou qualquer situação em que você precise desenvolver uma boa oratória.
O índigo é responsável pelo perdão, pela compaixão e pelo entendimento. Considerada anestésica, anti-inflamatória, anti-hemorrágica e cicatrizante, clareia os pensamentos, limpa as correntes psíquicas e estimula a intuição.
Pode auxiliar no tratamento de insônia, de inflamação nos olhos, no nariz, nos ouvidos, na dor de dente, em eczemas e acnes. Não tem contra indicações, o que significa que o passe é livre para abusar sempre que quiser (e vale, inclusive, para tons de jeans)!
Enfim chegamos à cor de 2018, também conhecida como “ultraviolet“. O violeta está diretamente relacionado às energias universais, à transmissão de ideias, pensamentos e informação. O violeta aumenta o magnetismo pessoal, além de atuar na formação hormonal, exercer grande efeito calmante sobre o sistema nervoso e purificar o sangue.
É a cor da transmutação de energias e é desinfeccionante. Por quais motivos você acha que esse é o tom de 2018? Muitos, né!? Qualquer semelhança não é mera coincidência. Faça muito uso deste tom nos looks, na make e nos acessórios, pois suas propriedades são inúmeras e necessárias!
A cor rosa não está diretamente relacionada a nenhum chacra, porém, seu tratamento está fortemente ligado ao sentimento de prazer, de amor e de compaixão. Rosa enaltece a beleza feminina, energiza o sistema nervoso, é tonificante e purificador. Também favorece a circulação de todas as cores e – pra mim, a melhor parte: não possui nenhuma contra-indicação!
Sem saber o significado eu já amava a cor, agora então, mais do que nunca, ela é minha favorita! Rosa nelas!!!
Utilizado para harmonizar e energizar todos os chacras, o branco representa a união de todas as cores, a purificação. Também não possui contra-indicação e pode ser usado à vontade, principalmente, na dúvida de qual cor usar. É um neutro chique e tem sido tendência nas últimas apostas do mundo fashion – até mesmo para sapatos!
E aí, o que achou do signifcado das cores na Cromoterapia? Se surgir alguma dúvida ou quiser sugerir mais subtemas a respeito do assunto, é só comentar aqui.
Nos vemos na próxima dica! 😉
beijos,
Marcéli
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Em razão à grande repercussão causada pelo meu desafio 1 mês sem açúcar – e porque através dos Stories do Instagram não dá para se prolongar demais -, o post de hoje vai contar um pouquinho dos motivos que me levaram a fazer este propósito e como me senti ao concluí-lo.
POR QUE CORTAR O AÇÚCAR REFINADO?
Segundo minha nutri Mariana Cabral (e algo que também concluí com pesquisas que fiz), nosso organismo não necessita do açúcar (e de um monte de outras porcarias que a gente come) para sobreviver. Nós ingerimos “porcarias” não para nos alimentar, mas, para obter o sentimento de prazer – e tudo bem, não há nada de mal nisso.
Em minha opinião, o “mal” acontece quando chegamos no excesso. E eu cheguei, um tempo atrás. Este foi o ponto de partida para minha decisão de me desafiar. Existem outros açúcares menos nocivos para o corpo que promovem sensação de prazer sem nos viciar tão agressivamente e, então, resolvi que, para me desintoxicar do açúcar refinado, que vinha consumindo excessivamente, iria cortá-lo e aderir às versões mais saudáveis.
EU TENHO CELULITE – E NÃO PRETENDO ELIMINÁ-LAS DEFINITIVAMENTE
Eu não vou ser hipócrita aqui e dizer que gosto das celulites e da flacidez que aparecem no meu corpo em razão das porcarias que eu como de vez em quando. Mas, também não vou me iludir dizendo para mim mesma que nunca mais vou comer essas porcarias, porque é mentira. A única maneira de remover significativamente a celulite e a flacidez no corpo, além de praticar exercícios e fazer tratamentos estéticos, é cortando todo tipo de gordura da alimentação e, na boa, eu não vou propôr isso a mim mesma porque, sim, comer também é um prazer que curto proporcionar a mim – e, de vez em quando, isso inclui comer uma besteira e tomar meu vinhozinho. Então é, basicamente, um acordo que faço comigo mesma e com meu corpo: ok, você vai ter umas celulites aqui e ali, porque eu gosto de comer umas besteirinhas aqui e ali e não quero me privar totalmente disso. Ponto.
Mas é óbvio que não é tão simples assim conviver com os “defeitinhos”, principalmente, em meio ao mundo em que a gente vive e à imagem que as pessoas têm de mim. Sim, embora não pareça, eu sigo lutando contra o protótipo de “corpo perfeito” que eu passo – que NÃO é nem de longe a intenção, porque meu corpo não é nada perfeito; acredite você ou não, eu preciso me lembrar, volta e meia, de parar de me cobrar tanto todos os dias, porque essa autocobrança excessiva ocorre – de mim mesma e, inconscientemente, dos outros. Preciso dialogar comigo mesma e dizer que sou humana e que perfeição não existe…
Faço academia sim, me alimento (dentro do possível) numa dieta balanceada e saudável, porque é a maneira que encontro de cuidar de mim e que me faz feliz, mas, também porque eu gosto de fazer a manutenção do meu corpo. E, acreditem, é difícil admitir isso em plena web. Eu amo me cuidar, mas, eu gosto do bônus que isso traz, que é meu peso ideal e manter tudo durinho (dentro do possível, também). Eu não me sentiria feliz levando uma vida sedentária e vendo tudo “cair” em frente ao espelho. Cada um tem uma escolha e essa é a minha.
COMO ME SENTI SEM INGERIR AÇÚCAR REFINADO POR 1 MÊS
Independente de toda motivação que me levou a esse propósito, o fato é que se desintoxicar daquilo que seu corpo não precisa é bom. Que fique claro que não estou dizendo aqui pra você copiar meu propósito e cortar as comidas “tranqueiras” da sua vida, nem virar fitness – só estou dividindo minha experiência acerca disso, caso você pense em fazer algo semelhante ou simplesmente sinta curiosidade de saber como foi.
E, assim como todo hábito ou substância que vicia, na primeira semana foi DURO. Eu pensei em desistir, pensava em me sabotar, foi um sofrimento real – não vou mentir dizendo que foi fácil. Era MUITO torturador ver minha mãe (uma viciada em açúcar desde sempre) saborear um bolo ou uma trufa na minha frente e ter que recusar, porque SIM, ela oferecia todos os dias. Eu precisava lembrá-la, diariamente, que tinha feito um propósito – porque se eu somente recusasse o doce sem lembrá-la do motivo, eu tinha que ouvir que era “obcecada por dieta”, “radical”, “que não me proporcionava prazer”, etc.
Eu me sentia uma viciada em cocaína tendo que olhar pra alguém cheirando e sendo obrigada a recusar. É sério. A coisa é muito louca quando a gente vicia o organismo em algo sem se dar conta. Eu não sei o que é ser viciada em cocaína, mas, em açúcar refinado eu sei. Bom… Na segunda semana eu tava menos em pânico por ficar sem a substância, mas, quase todo dia precisava comer algo doce – e não me refiro a frutas. Me refiro a açúcares, mesmo, que não eram o refinado, mas, ajudavam com a “abstinência”: chocolates zero, pedaço de bolo com adoçante ou açúcar demerara; eu precisava “lembrar” meu corpo que existia uma fonte genérica alimentícia de prazer, porque isso me torturava menos a respeito do propósito.
Até que, na terceira semana, eu comecei a não sentir falta. Eu não sei explicar por meios científicos ou biológicos como isso ocorre, mas, sei dizer que foi meio que mágica. A cada término de refeição – almoço, principalmente -, a vontade absurda de doce não me acometia tão fortemente. Dava para relevar. Recusar a sobremesa que minha mãe oferecia ou receber Directs no Instagram de pessoas dizendo “que comeram KitKat hoje” não era tão doloroso mais. E assim foi, gradativamente. Até completar 1 mês de desafio. Se eu parei de sentir vontade de doce? Não! O primeiro doce gordo, lotado de açúcar refinado que comi logo que terminei o propósito foi um brigadeiro e, milagrosamente (ou não) eu não senti aquele prazer quase que orgásmico. Foi até esquisito; não preencheu nenhum vazio dentro de mim, pelo contrário; me mantive igual. E a partir disso me toquei do que era estar desintoxicada.
O QUE APRENDI COM ISSO
Esse propósito me ensinou duas coisas: 1) que nada em excesso é bom; na vida, tudo de que precisamos é equilíbrio. E que, antes de se propôr qualquer coisa, você precisa estar certa e focada do que quer, para não se frustrar. E 2) que a única pessoa que pode te ajudar no cumprimento de uma meta é você mesma. Tudo vai conspirar contra para te testar – inclusive as pessoas mais próximas – e cabe a você ter palavra consigo mesma para chegar até onde quer, sem precisar da aprovação de ninguém. O que importa é aonde quer chegar e não interessa se ninguém concorda com o que você está fazendo; interessa o que você quer pra você – e desde que não te prejudique, nem prejudique outrem, acho super válido ir em frente.
Eu não quero ser exemplo de conduta para ninguém com esse propósito, nem com outro que venha a fazer. Sou uma mulher normal, comum, cheia de inseguranças, desejos e gangorras emocionais como qualquer outra que quer, aqui, compartilhar um pouco de sua vida para ajudar quem lê, principalmente, se você também for mulher. A gente sempre pode ajudar, porque alguém sempre se identifica com nossos problemas, metas e conquistas. E o objetivo da minha exposição é este – te ajudar, me solidarizar a você, caso esteja passando ou já tenha passado por algo semelhante.
Pra finalizar, essa foi a maneira que encontrei de me mudar naquilo que acho que preciso melhorar: me desafiando. É uma conquista pessoal que gosto de “colecionar”, digamos. Me sinto bem a cada desafio cumprido, porque a sensação de concluir uma meta, seja ela qual for, é maravilhosa. E eu gosto de compartilhar para, quem sabe, incentivar para o bem aquelas que me lêem.
Espero ter ajudado você! Beijos e até o próximo desafio 😉
Marcéli
O frio nos obriga a andar bastante agasalhadas, mas, também nos oferece a possibilidade de estilizar as peças de roupa para que o resultado final do look fique divertido e cheio de personalidade.
Uma das ideias de estilo para o momento é a barra da calça dobrada e customizada!
Com a volta das meias em evidência, referência forte do estilo geek, a barra da calça dobrada ganhou novo fôlego e protagoniza looks joviais, práticos e, até mesmo, voltados para o ambiente de trabalho menos formal.

As barras dobradas ganham texturas brilhosas, aplicações ou podem, simplesmente, serem usadas da maneira mais básica, exibindo o forro da calça da forma mais convencional.
Não se esqueça de verificar, em seu guarda-roupa, se existe alguma calça encostada que pode ganhar uma carinha nova antes de sair comprando coisa nova!
Calça jeans é algo que não costuma faltar no acervo, ou seja, se avistar alguma lá sem uso, bora tirá-la do armário, reformar ou customizar e colocá-la pra jogo.
Eu fiz isso com uma calça jeans minha, em jeans de lavagem bem clara. A modelagem já era mais larga e destroyed e eu já usava a barra dobrada, então, resolvi colocar aplicações de pedrinhas. As aplicações foram feitas na Arranjos Express!
Gostou? Eleja a sua peça que vai ganhar uma carinha nova e corre na Arranjos, que eles a transformam para você. Gaste seu dinheiro de forma mais consciente!
beijos e até a próxima dica!!
Marcéli
Dentre os tipos de calçados mais queridinhos das brasileiras, as sapatilhas são coringas na moda feminina. Elas podem integrar tanto visuais mais formais, quanto mais casuais: a cor e o modelo é que irão determinar em qual ocasião elas cabem melhor.
Cores de sapatilhas cheias de informação permitem a criação de visuais mais casuais, enquanto materiais mais sofisticados como couro, por exemplo, oferecem mais elegância para um look mais “noite”, na intenção de substituir um calçado feminino de salto, por exemplo.
Por ser de grande facilidade de adaptação, esses tipos de calçados podem ser utilizados em diversas situações, além de se adaptar a todas as estações do ano. Sendo assim, confira abaixo algumas dicas essenciais para vestir as marcas de sapatilhas em seus looks, combinando-as com diferentes peças de roupas.
Por ser mais ajustada ao corpo, valoriza as curvas e deixa as pernas em completa evidência. Combinar as sapatilhas femininas a este modelo de calça pode dar mais amplitude horizontal às pernas de ao quadril, se assim você desejar. Se preferir alongar a silhueta, aposte em uma terceira peça mais estruturada e longa, como um maxicolete ou um blazer.
As sapatilhas com gáspea funda, que deixam aparecer o começo dos dedos, são excelentes para dar amplitude na altura. Para um look mais descontraído, dobre a barra e deixando o tornozelo à mostra.
Também intitulada “boca de sino” nos anos 70, a calça flare é uma opção bastante eleita para looks de trabalho. Baixinhas que querem parecer um pouco mais altas, no entanto, precisam atentar ao uso dessa peça com modelos de sapatilhas.
Ao escolher seu par de sapatos, aposte nas sapatilhas da moda com bico fino, que alongam visualmente a silhueta daquelas que não são altas.
Assim como a skinny, a legging geralmente fica bem ajustada ao corpo, se diferenciando apenas por conta dos tecidos com o qual são feitas. As leggings podem ser encontradas em diversos materiais, entre o algodão e o elastano. A diferença destas para as calças montaria é a presença de recortes e detalhes em couro que a peça carrega.
Para manter as leggings com um ar menos informal, acrescente blusas mais longas, cuja altura ultrapasse o quadril, e modelos de calçados que possuam bico fino, arrematado com detalhes e materiais mais nobres, como verniz, couro, animal print e ponteiras metalizadas.
Ao eleger seu par para usar com calças de montaria, combine peças e cores em comum, como o preto ou o marrom, ornando assim a sapatilha feminina e a peça de roupa.
Versáteis, assim como as sapatilhas, as saias fazem parte de looks em qualquer estação do ano. Os modelos em jeans, por exemplo, são opções excelentes para essa adaptação, principalmente em visuais diurnos. Já as saias em couro podem ser mais comumente eleitas para looks de inverno, especialmente quando acompanhadas de meia-calça.
Os modelos de saias drapeadas ou em “A” criam um visual mais romântico, principalmente quando combinadas com tipos de sapatilhas de bico arredondado. Contudo, um calçado de bico fino pode entrar muito bem na jogada, quebrando o adocicado da produção e incrementando personalidade.
Com uma versatilidade semelhante à das saias, o grande diferencial dos shorts é o conforto, independente da ocasião. Enquanto os modelos em jeans são preferência em looks casuais e despojados, a alfaiataria, a seda e o linho podem entrar em propostas com um toque de formalidade.
Vestir um short de tecido mais leve junto a um blazer é um dos exemplos de opção perfeita para um jantar de meia-estação ou verão, cujo conforto pode ser arrematado pela sapatilha feminina. Os tipos de calçados com bico redondo evitam que o pé pareça maior.
Práticos, grande parte do resultado final do seu look ao usar um macacão vai depender do modelo da barra. Tanto um quanto o outro se adequam melhor a looks mais informais, no entanto, nada impede que acompanhem uma proposta mais profissional, se a ocasião permitir.
Os modelos de sapatilhas com o bico arredondado são opções sempre mais descontraídas – e você pode usar o recurso da gáspea mais rasa ou mais funda para trabalhar o alongamento/encurtamento da silhueta conforme desejar. Se quiser equilibrar a produção com um pouquinho mais de glamour, opte por calçados femininos com materiais mais sofisticados.
Tão práticos quanto os macacões e macaquinhos, os vestidos foram um combo universal com as sapatilhas. Uma forma legal de trabalhar equilíbrio de cores é elegendo, por exemplo, um modelo de calçado neutro quanto a cor da roupa for muito estampada e cheia de informações.
Um modelo de sapatilha feminina nude é opção certeira para um visual mais clean além de possivelmente alongar a silhueta, se o nude do sapato for de mesmo tom da sua pele.
O comprimento midi conversa muito bem com tipos de sapatilhas de bico fino, pois a altura maior da saia pode desvalorizar o restante de perna à mostra, coisa que este formato de sapato recupera muito bem visualmente.
Democrática como é a moda feminina, vestidos longos não limitam nem um pouco a mulher de mostrar seu corpo ou curvas, se assim desejar. As menos recatadas podem investir em fendas, tecidos fluídos e transparências, lembrando que a ocasião é importante na hora de definir o look.
Em ambientes corporativos, os modelos mais comportados auxiliam na variação do uso da calça para dias de muito calor. A combinação de sapatilhas femininas podem variar em cor, textura e modelo – bicos finos ou arredondados – conforme a combinação pretendida, oferecendo a feminilidade e sofisticação de um sapato de salto, com o benefício do conforto.
E você? É adepta das sapatilhas?? Conta pra gente!
beijos e até a próxima,
Karen Navarro – Colaboração
O mais novo Shopping de Móveis e Decoração em Santos, a Katel, acaba de inaugurar um novo espaço, com um rico e luxuoso acervo de móveis para casa!
O novo endereço, na Senador Feijó, exibe um ambiente organizado, espaçoso e aconchegante para quem está à procura de artefatos de decoração.
Trata-se de um grande acervo entre sofás, mesas, poltronas, voltado para ambientes diversos e com um alto padrão de qualidade. A festa de inauguração aconteceu na última quinta-feira, 16.08, e reuniu clientes, mídia e Influencers com um delicioso coquetel e música.
Como boa apreciadora de casas de décor, marquei presença para conferir as novidades de pertinho. Pude notar uma predominância de sofás reclináveis em tons mais claros, como tendência do segmento, para ambientes mais leves – uma vez que tons claros transmitem calma ao subconsciente.
Materiais como o couro, a madeira e a ráfia destacam-se no acabamento de muitas peças da loja, assim como os tons de branco, off white, oliva e nuances de bege.
Nota-se uma forte preferência do público por peças de cores claras, com sutil mistura de referências entre o retrô e o moderno, pincelando o ambiente de forma democrática.
Nos meus Destaques “NEWS” do Instagram têm mais detalhes sobre a noite da inauguração! Visitem também o site da loja, para conferir algumas promoções e descontos especiais.
Vejo você por lá!
Beijos,
Marcéli
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KATEL CASA MÓVEIS
Av. Senador Feijó, nº 318/322
Santos, SP – Brasil
Tantos posts explicando jeitos de aderir às tendências da moda e, até hoje, poucos (ou quase nenhum) explicando a verdadeira essência do que eu faço. Afinal, qual o objetivo de falar de moda e como fazer isso a nosso favor?
Em primeiro lugar, queria deixar claro que não existe “ditar regras” ou “ditar moda“. Esqueça esse verbo, “ditar“. Ninguém dita nada. Cada pessoa que estudou sobre o assunto passa um pouco do seu conhecimento para você da maneira que acha melhor. E minha maneira é dizer que a moda é amor e serve para todas. Exatamente! Vida real é diferente de passarela e não existe “corpo ideal”; existe o seu corpo e como vamos trabalhar a moda à favor dele. Esse é o caminho para mim.
Até mesmo nas passarelas, a questão da magreza vem caindo por terra. Porque, se pararmos para pensar, uma vez que o vestir é para todos e, se o público que consome a informação de moda é aquele que vai comprar o produto visto nos desfiles, não faz sentido produzir looks/peças só para pessoas de um nicho (no caso, magras). 
A democracia da moda vem se consolidando cada vez mais e, ainda que algumas mídias não tenham acatado este ideal de modo mais firme, o importante é que existem aqueles profissionais e aquelas mídias que já trabalham com essa visão. E muitos! E cada vez mais!!
Se a moda é para todas, como trabalhar, na prática, com cada tipo de corpo? É simples: fazer uso da modelagem de uma peça de acordo com o que você quer enfatizar X disfarçar. Mas é legal lembrar: “disfarçar” não significa que você odeia essa sua característica e quer sumir com ela. Você apenas prefere mostrar outras coisas e tudo bem quanto a isso.
É, simplesmente, achar que outras regiões merecem mais atenção no todo do visual. Por isso, antes de aderir a uma aposta de moda da qual você gosta, pense duas coisas: 1) se você se identifica com ela, ou se é só um impulso momentâneo e 2) se essa aposta favorece seu corpo da forma como você gosta de se ver no espelho ou em fotos.
É normal nos deixarmos levar por estereótipos de perfeição e achar que nunca estamos lindas o suficiente ou que nunca vamos ter “corpo” para usar tal peça. Acredite, isso não acontece só com você.
Respeite seu tempo de entender as coisas, mas, faça uma forcinha para assimilar a ideia de que não existe perfeição em ninguém. Todas são lindas à sua maneira, com suas características. Um corpo gordo, assim como um corpo magro, são características, não elogios. A forma do seu corpo ou do seu rosto não configura nenhuma qualificação ou demérito. É só o que é: uma característica. E ponto final.
Procurar a melhora dentro do que você julga que precisa é bom, mas, a partir do momento que isso vira uma obsessão e te cega para suas qualidades, não é mais saudável. Aprenda a enxergar suas qualidades em primeiro lugar, SEMPRE. E a se amar independente de qualquer coisa, independente do seu estado atual.
No mais, meu trabalho com a moda consiste em fazer cada uma se amar e enxergar seus valores, utilizando as peças de roupa para enfatizá-los. A moda é uma aliada da autoestima e não uma rival ou um termômetro de dignidade.
Você não precisa deixar de ser quem é para ser outra pessoa; você pode ser a melhor versão de você mesma, todos os dias. Vamos fazer um trato: a partir de hoje, você vai olhar com mais carinho e respeito para si mesma e vai procurar, sempre, avaliar uma tendência de moda de acordo com o que te valoriza, ao invés de fazer o oposto. Não é você que precisa entrar na calça – é a calça que precisa entrar em você. Saca?
Você já conhece a Rosegal? Com peças para lá de descoladas voltadas ao público plus size, você consegue estar vestida na moda, em looks lindos, e por preço bem em conta. Aqui você confere alguns selecionados pra sentir o gostinho do que tem por lá pelo site!
Para ver mais, é só dar um pulinho no site e conferir mais detalhes!
Eu estarei aqui pra te ajudar, sempre! #UseaModaparaSerFeliz
beijos e até a próxima,
Marcéli.