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Nicolau Maquiavel já dizia que a melhor forma de ganhar a guerra é estar preparada para ela. Veja de que forma isso pode ser trazido para a Imagem

A leitura do fim de semana rendeu o post de hoje e tudo que preciso te dizer sobre isso é: SILENCIE TODOS OS RUÍDOS E PRESTE ATENÇÃO

Tudo começou com a meta do ano, que era ler 1 livro ao mês e, como toda meta, é sempre importante que ela comece humilde, para não nos desmotivar, parecendo algo impossível de realizar (serve, inclusive, para imagem).

Eis que, essa de ler 1 livro ao mês, estamos no mês 9 e eu já estou na minha 11a leitura. Esta, mais especificamente, sendo O Príncipe, de Nicolau Maquiavel – na verdade, uma releitura, pois minha primeira vez lendo este livro foi aos meus 19 anos, na faculdade.

Sempre quis reler essa obra, com uma mentalidade mais madura, tentando fazer um novo proveito das informações, porque confesso que, aos meus 19 anos, pouco entendi do conteúdo complexo desse livro. E ei-me agora, mais de 15 anos depois, relendo-a. E como não pode deixar de ser, retirei muitos bons exemplos da mentalidade do autor para nossa realidade hoje – usando de filtros, obviamente -, quando se trata de IMAGEM E POSICIONAMENTO.

O trecho do livro que citei no título desse post é esse:

“Filopêmenes, príncipe dos aqueus, dentre os louvores que lhe foram endereçados pelos escritores mereceu também aquele de que, nos tempos de paz, em outra coisa não pensava senão na própria guerra e, quando excursionado pelos campos com os amigos, frequentemente parava e com eles argumentava: “Se os inimigos estivessem sobre aquela colina e nós nos encontrássemos aqui com o nosso exército, qual de nós teria vantagem?” (…).

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Na imagem acima: registros da minha leitura do fim de semana, O Príncipe, de Nicolau Maquiavel

Se trouxermos a linha de raciocínio do príncipe Filopêmenes para nossa realidade diária, de que forma podemos adaptá-la e acordo com o que sempre trago na metodologia A.D.E.? Não se trata, é claro, de necessariamente estar pronta para conflitos (embora também seja razoavelmente necessário); trata-se de não precisar pensar em como se apresentar ou, ainda, temer de que forma você será interpretada, uma vez que você usa, diariamente, de estratégia e de intencionalidade para viver o seu dia.

Você até pode achar que ninguém está reparando na roupa ou na imagem do outro, cada um vivendo suas vidas na sua bolha, mas, basta um deslize, um ínfimo desleixo, para que você seja mal interpretada. Basta uma atitude ruim de autonegligência para que isso se torne um hábito e, de repente, facilmente, você já nunca está pronta para nada, porque se planejar e cuidar do que veste e de como se mostra – a começar pelo espelho -, já se tornou algo “trabalhoso demais para investir meu tempo”.

Bastam 3 segundos olhando para algo horrivelmente desarmonioso para que qualquer possível credibilidade vá por água abaixo na concepção do seu interlocutor. E toda vez que você acredita que “isso não é uma prioridade“, você reforça esse movimento.

Vale sempre alguns Spoilers para além do óbvio já dito:

🚨Acompanhar tendências do mercado não te posiciona bem, nem constrói sua Assinatura de Estilo;

🚨Copiar alguém que você admira não te posiciona bem, nem constrói sua Assinatura de Estilo;

🚨Comprar mais para ter estilo não te posiciona bem, nem constrói sua Assinatura de Estilo.

Por outro lado…

✅ Filtrar tendências em alinhamento com sua essência te posiciona bem e constrói sua Assinatura de Estilo;

✅ Ter seu próprio jeito de se comunicar, com intenção e repetição, te posiciona bem e constrói sua Assinatura de Estilo;

✅ Parar de comprar por impulso e ser estratégica nos seus investimentos, em qualquer setor, inclusive o da imagem, te posiciona bem e constrói sua Assinatura de Estilo.

LEIA MAIS: Ruídos de imagem que você desconhece

Nem preciso dizer que o único jeito de ser realmente assertiva é com o acompanhamento de especialista, preciso? Bom, está dito.

Te espero desse lado, onde você SE POSICIONA e de fato constrói A SUA ASSINATURA DE ESTILO.

Xoxo,

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Linguagem corporal: como ela pode contribuir (ou não) para a sua imagem

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Hoje tá sendo um dia DAQUELES? Então, ao invés de usar isto para falar de problemas, vamos fazer diferente, hoje, e agir de forma a melhorar alguns deles. Explico.

Você já deve ter ouvido que “o corpo fala”, certo? E, embora pareça uma metáfora, isto é um fato. Nossa comunicação não acontece somente através da fala e da escrita, mas, também, por gestos. Num contexto onde a sua imagem importa, pode ter certeza que os gestos são tão importantes quanto a vestimenta. Sendo assim, vamos a um pequeno manual de “boas maneiras”, pra que você tenha em mente como seria legal agir (ou não) em determinadas situações.

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  • Ocupar as mãos é subliminarmente importante em ambientes como eventos, baladas, festas, etc., pois passa mais segurança para nós, como indivíduos. Dentre as opções que temos, procure ocupá-las com algo para beber, nem que seja água. É elegante dispensar o cigarro e o celular;
  • Sorriso não é sinônimo de desespero, mas, também não é obrigatório. É apenas uma maneira de ser cortês e educada(o), portanto, é algo sempre bem-vindo;
  • “Bom dia”, “boa tarde” e “boa noite” não machucam e podem ser falados, mesmo para quem você não conhece. Demonstra civilidade e, apesar de estar relacionado à fala, são cumprimentos que refletem diretamente na imagem. Adentrar um local de cara fechada, sem cumprimentar, é extremamente rude e grosseiro;
  • Este cumprimento também pode acontecer em forma de aceno – seja com a cabeça, seja com as mãos – acompanhados do próprio sorriso. 

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  • Entrevistas de emprego costumam ser os “piores” lugares onde falamos com o corpo e, por consequência, nos denunciamos. Você pode, simplesmente, cruzar as mãos e apoiá-las no seu colo ao invés de apertá-las e mudá-las de posição a todo momento, enquanto fala/ouve;
  • dispense, também, o estalar de dedos. Além de incômodo para quem ouve, soa como desespero;
  • Dê uma atenção especial à sua postura (e isto também serve pra outros ambientes); costas eretas demonstram muito mais autoconfiança e seriedade;
  • Pernas cruzadas pode ser algo confortável, mas, num ambiente profissional, prefira posicioná-las retas ou, no máximo, cruzando os tornozelos. Isso demonstra que você está à vontade, mas, nem tanto a ponto de se sentir num bar;
  • Cumprimentos acontecem de longe ou, no máximo, com aperto de mãos. Ambiente profissional pede certo distanciamento, para demonstrar respeito.

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Créditos das imagens:  Bryan Apen, Priscilla Du Preez, rawpixel.com e Ryoji Iwata.
  • Filas existem para serem respeitadas. Empurrar, “colar no cangote” do colega da frente ou furá-la são atitudes extremamente selvagens. Pra viver em sociedade, precisamos aprender a lidar com coisas que são necessárias das quais não gostamos – e a fila é uma delas; 
  • Olhar a tela do celular/computador do colega é uma invasão de privacidade em qualquer ambiente, além de assinar atestado de “sem educação”. Se você não foi convidado a olhar, contenha a curiosidade para não pagar mico ou se tornar o “amigo inconveniente” que todos evitam;
  • Braços cruzados podem passar a mensagem de falta de paciência, em qualquer ambiente que esteja e, portanto, é grosseiro e pode ser desrespeitoso;
  • Encostar o corpo em uma parede passa a mensagem de cansaço, desinteresse e/ou desleixo;
  • Roer unhas, comer pele dos dedos e balançar pés/pernas freneticamente são atitudes interpretadas como ansiedade extrema/falta de paciência e, além de serem movimentos inoportunos, podem desconcentrar ou constranger outra pessoa que está no mesmo ambiente que você;
  • Dar as costas para alguém numa roda de conversa é o nível máximo da grosseria e da falta de educação, por mais que tenha sido sem querer. Atente para isso;
  • Ocupar espaços além do necessário em locais que você precisa dividir com outras pessoas (ex.: mesa de sala de aula, assentos em transportes/locais públicos) demonstra falta de civilidade e nenhuma preocupação com o próximo;
  • Ao conversar com uma pessoa, é legal olhá-la nos olhos, esteja você falando ou ouvindo; olhar para outras direções ou mexer no celular passa a impressão de que você não está dando a mínima para o indivíduo ou para o que está sendo falado;
  • Abraços podem substituir bem muitas palavras e curar muitas feridas.

MAIS: Etiqueta no What’sApp – o que pega bem e o que não ao usar o aplicativo

E então: estas dicas te ajudaram? Conta pra mim nos comentários e, se ficou alguma dúvida, é só perguntar 😉

Beijos e até a próxima!

Marcéli.

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