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Sobre a irracional atitude de reclamar sempre e por qualquer coisa

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Alguém aqui convive ou já conviveu com um ser humano que reclama por qualquer coisinha? Aquele tipo de pessoa que, ao invés de sempre encontrar um motivo pelo qual ser grato, encontra um motivo pra xingar, praguejar e reclamar.

Se tá frio, “que saco que tá frio”; se tá calor “que [email protected] que tá calor”. Nunca nada está suficientemente bom ou satisfatório para essa pessoa. E convenhamos: conviver com alguém assim é um saco, né?

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Hoje quero utilizar esse espaço não somente para desabafar sobre esse tipo de pessoa, mas, também, para mostrar por que agir desta forma é, além de chato, bastante irracional energeticamente falando. 

Em primeiro lugar: reclamar sobre algo não fará com que a situação mude e aconteça da forma que você quer. O universo não vai se moldar ao que você acha mais conveniente, como se dissesse: “nossa, olha só. Deixei o fulano irritado, por isso vou mudar as circunstâncias”. Não, amor. Não é assim que acontece. 

Em segundo lugar: energeticamente falando, sua reclamação funciona como uma pá que, a cada vez que você a coloca em prática, ela cava mais fundo na sua energia “do bem”, digamos. Então sempre que algo que você não gosta ocorre e você, ao invés de pensar racionalmente em uma forma para contornar aquilo, fica falando repetidas vezes sobre o que aconteceu e praguejando, você está cavando um poço para sua força mental e dando mais poder ao problema.

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E o pior disso não é nem somente cavar o poço para si mesmx: é cavar para quem está ao seu redor, também. Porque quem convive com a gente acaba compartilhando da energia que está ao redor, seja boa, seja ruim. Trocado em miúdos: você está fazendo mal a si próprix e a quem você supostamente ama, que está próximo de você ou que convive com você de alguma forma.

Se te perguntassem: “você gosta de ser infeliz?“, o que você responderia? Certamente que “não”, né. Mas quando você age de maneira e explodir e/ou a reclamar de tudo, é exatamente o que você escolhe se tornar: infeliz. Porque a felicidade não está em nunca passar por problemas, mas em como você os enfrenta e permita que eles te afetem.

MAIS: Como é morar sozinha e tudo que essa mudança implica

É como eu sempre digo: é muito fácil ser equilibrado e gente boa quando tá tudo bem e quando as cirucunstâncias estão favoráveis. O grande desafio está em ser uma pessoa boa e equilibrada quando tá tudo de ponta cabeça.

Portanto, reflita que tipo de pessoa você tem escolhido ser.

Beijos,

Marcéli.

Projeto New Home: como é morar sozinha e tudo que essa mudança implica

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O despertador toca às 7:10. Dou uma espreguiçada, faço minha oração matinal de costume e logo surge a dúvida de todos os dias ao acordar, sobre: 1) olhar o celular e conferir os jobs do dia, 2) levantar e fazer o café, 3) tomar um banho pra acordar ou 4) fazer os gastos do que sobrou na conta para continuar o mês.

É assim que minha cabeça de dona de casa funciona desde que passei a morar sozinha. Quero começar falando da parte difícil, porque claro que a parte fácil é meio óbvia e todo mundo gosta de lidar: independência, fazer suas próprias regras, ter sua própria organização e sua casa do seu jeito.

Mas, trocar a cia da mãe ou de um parente pela sua própria e/ou pela do seu namoradx não faz com que tudo sejam flores o tempo todo, apesar de ser muito legal. Dizendo por mim: saio da comodidade de ter tudo feito para mim, pra fazer tudo para mim e por outra pessoa; de precisar lidar com um peso muito maior das responsabilidades; de cuidar não só de mim, mas de outra pessoa, com tato redobrado ao falar e ao reagir, afinal, não se trata de um familiar que vai te entender e te aturar sob qualquer circunstância devido aos laços sanguíneos (não que isso também seja o correto, mas, é o que costuma acontecer)…

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Pra mim foi tudo muito rápido, muito novo, muito legal, também, mas, muito “amadurecedor” (se essa palavra não existe, acabei de inventar). É bem nessas horas, quando a gente acha que tem maturidade o suficiente, que a vida chega e fala: “há, acho que ainda não!“.

O ser humano é sempre uma caixinha de surpresas e, em condições adversas, pode não ser uma surpresa das mais agradáveis – falo por mim. Porque nem sempre, ou melhor, quase nunca as condições para se fazer algo serão perfeitas e você vai ter que decidir entre não fazer ou fazer dentro das limitações existentes. E foi essa segunda decisão que tomei – que tomamos, né – quando decidimos morar juntos, logo que “surgiu a oportunidade”. 

Orçamento apertado, contas atrás de contas – porque eu ajudo minha mãe e ele ajuda a mãe dele -, imprevistos (como uma máquina de lavar quebrar ou o sifão do banheiro precisar ser trocado, o que resulta em mais gastos não planejados) foram algumas coisas pelas quais passamos e pelas  quais estamos nos adaptando para seguir em frente. Sim, precisa ter muita força de vontade; sim, isso pode abalar o cotidiano que deveria ser leve, dentro do relacionamento, se ambos não tiverem a cabeça e o emocional no lugar, além de boa vontade; sim, o estresse aumenta pra caramba e o desespero também, de talvez não conseguir dar conta de tudo.

É extremamente difícil começar a semana, numa segunda-feira de manhã, quando se sabe que essa semana será cheia de pepinos profissionais e financeiros. Mas é aquela tal história, que sempre falo para mim mesma: é fácil ser legal e feliz quando está tudo bem. Só que sempre haverá problemas; e o que você vai fazer? Levar a vida sempre com estresse? Então você viverá infeliz.

Acho que o grande lance da vida é saber ser feliz e leve mesmo diante dos problemas do cotidiano. Não é uma questão de  ignorar os problemas e viver no mundo dos Ursinhos Carinhosos; é uma questão de enfrentar as dificuldades da melhor maneira possível. Por você, pelo seu espírito, pelas pessoas com quem convive. Pelo simples fato de querer ser leve e feliz independente da circunstância. Não é fácil; não é simples; mas é possível.

Meu recado para os que pensam/dizem: “mas foi muito cedo”; “não foi precipitado?” e coisas do tipo: eu não acredito em idade ou tempo mínimo para dar certo. Acredito em vontade. E uma coisa é fato: quando se tem vontade, a gente faz as coisas acontecerem, de um jeito ou de outro. É necessário um pouco de organização e otimismo, também, porque sou daquelas que se for pra começar achando que vai dar [email protected], prefiro nem começar.

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Mas a vida não vem com manual de instruções, nem panfleto com regras estipulando as condições mínimas para passar “para a próxima fase”. A única pessoa que pode saber isso é você mesma. Você é quem decide quando está pronta e mais ninguém. Aos que te amam, só lhes resta te apoiar e torcer pra dar certo, ao contrário de mentalizar que pode dar errado só pra poder estar com a razão de falar aquela frase insuportável  e egocêntrica do “eu avisei!”.

No mais, o que eu sinto? Felicidade, sim, apesar das adversidades. Auto realização também, porque era algo que queria há um tempo. Gratidão, porque aqueles que importam pra mim me apoiam e torcem muito pelo meu sucesso em todos os aspectos da vida. E sabe o que mais? Garra. Porque eu gosto de fazer bem feito tudo que me proponho a fazer e a minha vontade de fazer dar certo é maior que tudo. E este já é o passo principal para que dê certo: querer.

Meu conselho para você que está na dúvida sobre dar um passo como o meu ou parecido, é: ouça sua voz interior e confie no seu feeling. Se tem algo te falando para ir, vá. Se não der certo, é só mudar o caminho. E tá tudo bem! Estamos aqui aprendendo e errar ou mudar a rota é completamente normal. Combinado?

Beijos e até o próximo post,

Marcéli.

Linguagem corporal: como ela pode contribuir (ou não) para a sua imagem

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Hoje tá sendo um dia DAQUELES? Então, ao invés de usar isto para falar de problemas, vamos fazer diferente, hoje, e agir de forma a melhorar alguns deles. Explico.

Você já deve ter ouvido que “o corpo fala”, certo? E, embora pareça uma metáfora, isto é um fato. Nossa comunicação não acontece somente através da fala e da escrita, mas, também, por gestos. Num contexto onde a sua imagem importa, pode ter certeza que os gestos são tão importantes quanto a vestimenta. Sendo assim, vamos a um pequeno manual de “boas maneiras”, pra que você tenha em mente como seria legal agir (ou não) em determinadas situações.

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  • Ocupar as mãos é subliminarmente importante em ambientes como eventos, baladas, festas, etc., pois passa mais segurança para nós, como indivíduos. Dentre as opções que temos, procure ocupá-las com algo para beber, nem que seja água. É elegante dispensar o cigarro e o celular;
  • Sorriso não é sinônimo de desespero, mas, também não é obrigatório. É apenas uma maneira de ser cortês e educada(o), portanto, é algo sempre bem-vindo;
  • “Bom dia”, “boa tarde” e “boa noite” não machucam e podem ser falados, mesmo para quem você não conhece. Demonstra civilidade e, apesar de estar relacionado à fala, são cumprimentos que refletem diretamente na imagem. Adentrar um local de cara fechada, sem cumprimentar, é extremamente rude e grosseiro;
  • Este cumprimento também pode acontecer em forma de aceno – seja com a cabeça, seja com as mãos – acompanhados do próprio sorriso. 

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  • Entrevistas de emprego costumam ser os “piores” lugares onde falamos com o corpo e, por consequência, nos denunciamos. Você pode, simplesmente, cruzar as mãos e apoiá-las no seu colo ao invés de apertá-las e mudá-las de posição a todo momento, enquanto fala/ouve;
  • dispense, também, o estalar de dedos. Além de incômodo para quem ouve, soa como desespero;
  • Dê uma atenção especial à sua postura (e isto também serve pra outros ambientes); costas eretas demonstram muito mais autoconfiança e seriedade;
  • Pernas cruzadas pode ser algo confortável, mas, num ambiente profissional, prefira posicioná-las retas ou, no máximo, cruzando os tornozelos. Isso demonstra que você está à vontade, mas, nem tanto a ponto de se sentir num bar;
  • Cumprimentos acontecem de longe ou, no máximo, com aperto de mãos. Ambiente profissional pede certo distanciamento, para demonstrar respeito.

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Créditos das imagens:  Bryan ApenPriscilla Du Preezrawpixel.com e Ryoji Iwata.
  • Filas existem para serem respeitadas. Empurrar, “colar no cangote” do colega da frente ou furá-la são atitudes extremamente selvagens. Pra viver em sociedade, precisamos aprender a lidar com coisas que são necessárias das quais não gostamos – e a fila é uma delas; 
  • Olhar a tela do celular/computador do colega é uma invasão de privacidade em qualquer ambiente, além de assinar atestado de “sem educação”. Se você não foi convidado a olhar, contenha a curiosidade para não pagar mico ou se tornar o “amigo inconveniente” que todos evitam;
  • Braços cruzados podem passar a mensagem de falta de paciência, em qualquer ambiente que esteja e, portanto, é grosseiro e pode ser desrespeitoso;
  • Encostar o corpo em uma parede passa a mensagem de cansaço, desinteresse e/ou desleixo;
  • Roer unhas, comer pele dos dedos e balançar pés/pernas freneticamente são atitudes interpretadas como ansiedade extrema/falta de paciência e, além de serem movimentos inoportunos, podem desconcentrar ou constranger outra pessoa que está no mesmo ambiente que você;
  • Dar as costas para alguém numa roda de conversa é o nível máximo da grosseria e da falta de educação, por mais que tenha sido sem querer. Atente para isso;
  • Ocupar espaços além do necessário em locais que você precisa dividir com outras pessoas (ex.: mesa de sala de aula, assentos em transportes/locais públicos) demonstra falta de civilidade e nenhuma preocupação com o próximo;
  • Ao conversar com uma pessoa, é legal olhá-la nos olhos, esteja você falando ou ouvindo; olhar para outras direções ou mexer no celular passa a impressão de que você não está dando a mínima para o indivíduo ou para o que está sendo falado;
  • Abraços podem substituir bem muitas palavras e curar muitas feridas.

MAIS: Etiqueta no What’sApp – o que pega bem e o que não ao usar o aplicativo

E então: estas dicas te ajudaram? Conta pra mim nos comentários e, se ficou alguma dúvida, é só perguntar 😉

Beijos e até a próxima!

Marcéli.

Relacionamento: sobre confiar em quem não é confiável

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Vamos ao primeiro textão do ano aqui no blog? Vamos!!!

Já faz um tempo, tenho me tornado bastante adepta da teoria “fazer o bem sem olhar a quem”. Acredito, sim, que não devemos nos corromper em razão da maldade alheia, afinal, cada um dá o que tem. Dito isto, é claro que, na maioria das vezes, me coloco à disposição para ajudar, para ser uma boa ouvinte, para dar conselhos e até para dar aquela animada quando uma pessoa se encontra totalmente na merda. Todos temos os nossos dias, né?!

Eis que experiências recentes me fizeram aprender mais uma lição nessa marota vida: dentre todos os bens que podemos fazer a alguém, pra tornar o viver desta pessoa melhor, confiança NÃO é um deles. Aquilo que por humanidade damos “de graça”, a meu ver, é respeito, gentileza, carinho… Mas confiança não. Ela precisa ser conquistada. A seguir, vocês vão entender como descobri isso.

Em matéria de relacionamentos, a Marcéli é uma pessoa que não pode ver alguém “torto” que já se prontifica a tentar “endireitá-lo”. Por isso, ela, vulgo eu, sempre tive o costume de depositar total confiança nos outros logo de cara. Colocando em metáforas: eu acreditava que “dando o ouro gratuitamente na mão da pessoa” estava ensinando-a a valorizá-lo. Só que não é bem assim que funciona. Já logo deixo claro aqui que, neste contexto, estou abrangendo tanto relacionamento AMOROSO, quanto AMIGÁVEL.

Quando um não quer, dois não fazem. E isso acontece tanto para coisas ruins, quanto para as boas. Ou seja: o “lado de lá” (vamos chamar assim as pessoas a quem me refiro) não estava afim de certas coisas, como ser companheiro(a), fiel/honesto(a), dedicado(a), tampouco generoso(a). Porque é fácil procurar alguém quando se precisa desta pessoa. Raro mesmo é querer estar ao lado dela simplesmente pelo querer, pelo gostar de graça, pela vontade de tê-la na sua vida e de fazer o bem a ela. 

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E nesse vai da valsa eu passei, aos poucos, a perceber que minha presença só era requisitada quando eu tinha alguma utilidade. É triste, sim, mas acredite: acontece. Sendo mais explícita: quando eu podia dar uma carona, emprestar uma grana ou rachar a conta, emprestar alguma coisa ou até elaborar um texto ou um currículo.

Descobri, também, outras formas de interesse que vão além, que é a bengala emocional. Explico: se sua imagem, por algum motivo, representa algo ‘inatingível’ pra alguém, essa pessoa vai querer saber a fundo sobre você e sobre sua vida, vai querer conviver com você pra descobrir sobre suas fraquezas e seus problemas; e isso faz com que ela “se apóie” nesse seu lado ruim pra se sentir um pouco melhor e aceitar o que ela própria julga que é. [Adendo alerta: atente para aqueles que só te procuram quando percebem que alguma desgraça lhe aconteceu. Se esta pessoa nunca está presente pra comemorar suas vitórias – vitórias estas das quais ela não pode se beneficiar – e só aparece pra saber dos seus problemas, ela pode estar te usando como bengala emocional]. Foi assim comigo – até eu me dar conta.

Calma, que tem mais: esses mesmos que me procuravam quando eu tinha algo a oferecer foram os primeiros a virarem as costas quando eu não pude oferecer nada (entenda “virar as costas” como ‘mudar o jeito’, ‘virar outra pessoa’, ‘sacanear e falar mal pelas costas’, entre outros). Quando fiquei dura, endividada, mal podia ter um lazer, tive que ouvir coisas do tipo: “olha, vou com fulano(a) em tal lugar, você não vai poder, né? Tá sem dinheiro“. Teve até um momento de lapso de generosidade, sim, onde rolou um empréstimo de dinheiro: pra que eu pudesse ir aonde o indivíduo queria ir, lugar este que estava beeeeem longe do meu conceito de diversão. Só rindo!

Já para quem curtia me usar de bengala emocional, o momento em que se afastou foi o momento em que eu passei a ficar bem, feliz (felicidade causada por coisas que, obviamente, nada o/a beneficiariam). Pra essa pessoa, não era interessante compartilhar deste meu bem-estar. O legal era saborear minha amargura. Entre, por exemplo, abordar o assunto “nossa, você vai fazer uma viagem, que legal” e “ai, você perdeu tal trabalho, né, que chato. Tá muito mal?” adivinha qual dos dois a pessoa ia escolher? Pois é.

Mas eu sou persistente e tenho fé nas pessoas, por isso, passei um tempinho no torpor até acordar e entender, finalmente, que estava depositando confiança em pessoas que não mereciam. E como a gente acorda? Juntando um caquinho aqui, outro ali, sentindo um fedorzinho acolá e montando a horrível imagem do quebra-cabeças. Porque, por mais que anos se passem e a pessoa disfarce EXTREMAMENTE BEM o que ela é, com um pouco de esforço e de coragem (para encarar a realidade), você consegue enxegar, mesmo que demore.

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E qual a moral da história? Bom, antes de mais nada, não seja um/uma covarde com seus problemas. Encare-os de frente, doa o que doer – afinal, por mais que você passe pela dor insuportável da decepção, o alívio que se sente logo em seguida é recompensador demais. Em segundo lugar: não cultive raiva ou ódio por estas pessoas. É claro que é difícil e você vai dar uma pequena cultivada nos primeiros 5 minutos, mas, passando o impulso dessas emoções, respire fundo e abstraia. No fundo, é bem aquele clichê que falei lá no começo: cada um dá o que tem. Não exija de uma pessoa atitudes/sentimentos que ela nem mesmo conhece – ainda que você tenha tentado apresentar a ela.

E, em terceiro lugar, o óbvio: tenha cuidado com os laços que você estreita, porque, simplesmente, algumas pessoas não os merecem e nem saberão lidar com eles. Finalmente eu concluí que, assim como eu sou uma pessoa disposta a ajudar sempre que posso, acredito que eu mereça o mesmo em retorno – só que este retorno leva tempo e a confiança se constrói ao longo dele, aos pouquinhos. Confiar cegamente nos primeiros 5 minutos de cara fofinha ou de atitudes fakes bonitinhas é o caminho mais rápido para a frustração. Quem tem bom coração REAL não tem atitudes “fofas” só durante os primeiros 5 minutos, ou em algumas circunstâncias. Tem a vida toda, a todo momento.

MAIS: Meu primeiro fio de cabelo branco

Beijão, vida! Aprendendo de montão com você, hoje e sempre.

Até a próxima,

Marcéli

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