COMPORTAMENTO

Sobre a irracional atitude de reclamar sempre e por qualquer coisa

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Alguém aqui convive ou já conviveu com um ser humano que reclama por qualquer coisinha? Aquele tipo de pessoa que, ao invés de sempre encontrar um motivo pelo qual ser grato, encontra um motivo pra xingar, praguejar e reclamar.

Se tá frio, “que saco que tá frio”; se tá calor “que [email protected] que tá calor”. Nunca nada está suficientemente bom ou satisfatório para essa pessoa. E convenhamos: conviver com alguém assim é um saco, né?

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Hoje quero utilizar esse espaço não somente para desabafar sobre esse tipo de pessoa, mas, também, para mostrar por que agir desta forma é, além de chato, bastante irracional energeticamente falando. 

Em primeiro lugar: reclamar sobre algo não fará com que a situação mude e aconteça da forma que você quer. O universo não vai se moldar ao que você acha mais conveniente, como se dissesse: “nossa, olha só. Deixei o fulano irritado, por isso vou mudar as circunstâncias”. Não, amor. Não é assim que acontece. 

Em segundo lugar: energeticamente falando, sua reclamação funciona como uma pá que, a cada vez que você a coloca em prática, ela cava mais fundo na sua energia “do bem”, digamos. Então sempre que algo que você não gosta ocorre e você, ao invés de pensar racionalmente em uma forma para contornar aquilo, fica falando repetidas vezes sobre o que aconteceu e praguejando, você está cavando um poço para sua força mental e dando mais poder ao problema.

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E o pior disso não é nem somente cavar o poço para si mesmx: é cavar para quem está ao seu redor, também. Porque quem convive com a gente acaba compartilhando da energia que está ao redor, seja boa, seja ruim. Trocado em miúdos: você está fazendo mal a si próprix e a quem você supostamente ama, que está próximo de você ou que convive com você de alguma forma.

Se te perguntassem: “você gosta de ser infeliz?“, o que você responderia? Certamente que “não”, né. Mas quando você age de maneira e explodir e/ou a reclamar de tudo, é exatamente o que você escolhe se tornar: infeliz. Porque a felicidade não está em nunca passar por problemas, mas em como você os enfrenta e permita que eles te afetem.

MAIS: Como é morar sozinha e tudo que essa mudança implica

É como eu sempre digo: é muito fácil ser equilibrado e gente boa quando tá tudo bem e quando as cirucunstâncias estão favoráveis. O grande desafio está em ser uma pessoa boa e equilibrada quando tá tudo de ponta cabeça.

Portanto, reflita que tipo de pessoa você tem escolhido ser.

Beijos,

Marcéli.

Alimentação: conheça 6 comidas realmente caras

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Há quem diga que comer bem não tem preço, mas será que você teria coragem de pagar muito caro mesmo, por uma experiência culinária? Comer uma comida gostosa é uma das sensações mais agradáveis da vida, pois com uma simples refeição você pode ter uma experiência sensorial com poder de despertar seus cinco sentidos. Mas saiba que essas experiências sensoriais podem custar muito dinheiro!

E em tempos de crise econômica, vale a pena economizar sempre que possível, não acha? Confira abaixo alguns dos quitutes mais caros do mundo:

Pizza Louis XIII – O que você acha de pagar por uma Pizza nada menos que 30 mil reais? Pois este é o preço da pizza mais cara do mundo. Ela é produzida pelo Chef Italiano Renato Viola que tem uma pizzaria artesanal em Miami Beach, nos Estados Unidos. Para justificar este preço, a Pizza Louis XIII é coberta com os frutos do mar mais caros (lagosta, caviar, camarão e muito mais) e servida com conhaque e champanhe raros.

Fluer Burger – Você pode se recusar a pagar 5.000 dólares por um hambúrguer, mas no Fluer (um restaurante no hotel Mandalay Bay em Las Vegas) o Fleur Burger é servido com uma garrafa de vinho Chateau Petrus de 1995, que geralmente é vendido por esse valor. Então você pode pensar no Fluer Burger como uma refeição mais apropriada para os ricos que não se importam com o valor da comida, mas que querem ganhar de “brinde”, uma das mais caras garrafas de vinho.

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Pipoca de um bilhão de dólares da Berco – Você pode clicar no site da Berco e ver em close essa pipoca bilionária. Se quiser arriscar, você poderá comprá-la a granel e obter uma lata de 6,5 litros com desconto, por 2.500 dólares.  Revestida com açúcar orgânico, manteiga de Vermont e Neilsen Massey Bourbon Vanilla, essa pipoca é recheada com uma pitada do sal mais caro do mundo – provavelmente deve ser melhor que a pipoca do cinema, não é mesmo?

Sorvete Black Diamond – Uma porção deste sorvete custa em torno de 800 dólares e é feito com baunilha de Madagascar, açafrão, trufas negras, flocos e pó de ouro de 23 quilates. O lado positivo é que quando você terminar de comer, vai levar para casa a tigela de ouro artesanal e uma colher de prata, onde o sorvete foi servido.

Pizza do Guinness World Record 24K – Para experimentar essa pizza você deverá estar em Nova York e solicitá-la à Industry Kitchen com pelo menos 48 horas de antecedência. Isso dará tempo à cozinha para prepará-la com queijo Stilton, foie gras, caviar platinado, trufas e folhas de ouro 24k. E sua pizza vai custar 2.000 dólares.

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Kobe beef – produzido no Japão a partir da carne retirada de uma raça específica de boi, é um dos pratos mais deliciosos do mundo. Tem um cheiro maravilhoso e uma textura saborosa. Um quilo desta carne pode chegar a 450 dólares.

MAIS: Os 7 erros mais comuns que os pais comentem na alimentação dos filhos

E você? Quando vai sair para comer, costuma contar calorias ou dinheiro? 

Abraços e até a próxima,

Enrico Fernandes – Colaboração.

Projeto New Home: como é morar sozinha e tudo que essa mudança implica

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O despertador toca às 7:10. Dou uma espreguiçada, faço minha oração matinal de costume e logo surge a dúvida de todos os dias ao acordar, sobre: 1) olhar o celular e conferir os jobs do dia, 2) levantar e fazer o café, 3) tomar um banho pra acordar ou 4) fazer os gastos do que sobrou na conta para continuar o mês.

É assim que minha cabeça de dona de casa funciona desde que passei a morar sozinha. Quero começar falando da parte difícil, porque claro que a parte fácil é meio óbvia e todo mundo gosta de lidar: independência, fazer suas próprias regras, ter sua própria organização e sua casa do seu jeito.

Mas, trocar a cia da mãe ou de um parente pela sua própria e/ou pela do seu namoradx não faz com que tudo sejam flores o tempo todo, apesar de ser muito legal. Dizendo por mim: saio da comodidade de ter tudo feito para mim, pra fazer tudo para mim e por outra pessoa; de precisar lidar com um peso muito maior das responsabilidades; de cuidar não só de mim, mas de outra pessoa, com tato redobrado ao falar e ao reagir, afinal, não se trata de um familiar que vai te entender e te aturar sob qualquer circunstância devido aos laços sanguíneos (não que isso também seja o correto, mas, é o que costuma acontecer)…

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Pra mim foi tudo muito rápido, muito novo, muito legal, também, mas, muito “amadurecedor” (se essa palavra não existe, acabei de inventar). É bem nessas horas, quando a gente acha que tem maturidade o suficiente, que a vida chega e fala: “há, acho que ainda não!“.

O ser humano é sempre uma caixinha de surpresas e, em condições adversas, pode não ser uma surpresa das mais agradáveis – falo por mim. Porque nem sempre, ou melhor, quase nunca as condições para se fazer algo serão perfeitas e você vai ter que decidir entre não fazer ou fazer dentro das limitações existentes. E foi essa segunda decisão que tomei – que tomamos, né – quando decidimos morar juntos, logo que “surgiu a oportunidade”. 

Orçamento apertado, contas atrás de contas – porque eu ajudo minha mãe e ele ajuda a mãe dele -, imprevistos (como uma máquina de lavar quebrar ou o sifão do banheiro precisar ser trocado, o que resulta em mais gastos não planejados) foram algumas coisas pelas quais passamos e pelas  quais estamos nos adaptando para seguir em frente. Sim, precisa ter muita força de vontade; sim, isso pode abalar o cotidiano que deveria ser leve, dentro do relacionamento, se ambos não tiverem a cabeça e o emocional no lugar, além de boa vontade; sim, o estresse aumenta pra caramba e o desespero também, de talvez não conseguir dar conta de tudo.

É extremamente difícil começar a semana, numa segunda-feira de manhã, quando se sabe que essa semana será cheia de pepinos profissionais e financeiros. Mas é aquela tal história, que sempre falo para mim mesma: é fácil ser legal e feliz quando está tudo bem. Só que sempre haverá problemas; e o que você vai fazer? Levar a vida sempre com estresse? Então você viverá infeliz.

Acho que o grande lance da vida é saber ser feliz e leve mesmo diante dos problemas do cotidiano. Não é uma questão de  ignorar os problemas e viver no mundo dos Ursinhos Carinhosos; é uma questão de enfrentar as dificuldades da melhor maneira possível. Por você, pelo seu espírito, pelas pessoas com quem convive. Pelo simples fato de querer ser leve e feliz independente da circunstância. Não é fácil; não é simples; mas é possível.

Meu recado para os que pensam/dizem: “mas foi muito cedo”; “não foi precipitado?” e coisas do tipo: eu não acredito em idade ou tempo mínimo para dar certo. Acredito em vontade. E uma coisa é fato: quando se tem vontade, a gente faz as coisas acontecerem, de um jeito ou de outro. É necessário um pouco de organização e otimismo, também, porque sou daquelas que se for pra começar achando que vai dar [email protected], prefiro nem começar.

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Mas a vida não vem com manual de instruções, nem panfleto com regras estipulando as condições mínimas para passar “para a próxima fase”. A única pessoa que pode saber isso é você mesma. Você é quem decide quando está pronta e mais ninguém. Aos que te amam, só lhes resta te apoiar e torcer pra dar certo, ao contrário de mentalizar que pode dar errado só pra poder estar com a razão de falar aquela frase insuportável  e egocêntrica do “eu avisei!”.

No mais, o que eu sinto? Felicidade, sim, apesar das adversidades. Auto realização também, porque era algo que queria há um tempo. Gratidão, porque aqueles que importam pra mim me apoiam e torcem muito pelo meu sucesso em todos os aspectos da vida. E sabe o que mais? Garra. Porque eu gosto de fazer bem feito tudo que me proponho a fazer e a minha vontade de fazer dar certo é maior que tudo. E este já é o passo principal para que dê certo: querer.

Meu conselho para você que está na dúvida sobre dar um passo como o meu ou parecido, é: ouça sua voz interior e confie no seu feeling. Se tem algo te falando para ir, vá. Se não der certo, é só mudar o caminho. E tá tudo bem! Estamos aqui aprendendo e errar ou mudar a rota é completamente normal. Combinado?

Beijos e até o próximo post,

Marcéli.

Cabelo ruivo: dicas, cuidados e procedimentos

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De tanto que me pediram, aí está: dicas de cuidados com cabelo ruivo, um dos tons do momento no âmbito da beleza – já há algumas temporadas.

O primeiro ponto para quem quer ser ruiva (ou para qualquer coloração) é fazer o teste de mecha. Isso é recomendado tanto para quem quer saber qual tom mais combina com seu cabelo, quanto para saber se o seu fio aguenta “o tranco” (da tintura que, convenhamos, não deixa de ser uma agressão).

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Atualmente, faço minha coloração no salão Opera Chic, com a colorista e hairstylist Cleo, e aqui vão algumas dicas que aprendi ao longo destes quase 3 anos em que sou ruiva:

  • Secador de cabelo, chapinha, cloro, Sol e mar são alguns dos maiores inimigos do cabelo ruivo (e tingido, no geral), Evite-os ao máximo para conservar a cor e a saúde dos fios – vale, inclusive, o uso de chapeuzinhos para proteger o couro cabeludo do Sol. Aproveita que faz estilo no look!
  • Sobre tons de ruivo: o acobreado é o mais próximo do tom ruivo natural, mas há quem goste da cor mais desbotada, chegando ao chamado “Strawberry Blonde”, que é quase um loiro alaranjado, e há quem prefira um tom mais fechado, puxado para o vermelho. Meu cabelo fica em um meio termo – gosto do cobre levemente alaranjado, então, sempre que retoco a cor no salão, faço uso de uma máscara tonalizante pra dar uma leve avermelhada na cor, uns 10 ou 15 dias depois;
  • A coloração usada no meu cabelo é da Igora. São misturados dois tons para chegar ao meu: o 7.0 e o 8.77 – mas é sempre bom lembrar que cada cabelo é um e, portanto, o resultado depende da cor natural dos seus fios. Meu cabelo virgem é da cor castanho-acinzentado natural;

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  • Todo cabelo precisa de hidratação, com ou sem tintura – mas com tintura é ainda mais necessário. Hidrato meu cabelo ao meos uma vez por mês com creme reparador e toda vez que lavo o cabelo uso máscara reconstrutora;
  • Cuidado ao prender o cabelo! Xuxinhas com materiais emborrachados ou com aquele acabamento em metal detonam e quebram os fios – e o cuidado deve ser redobrado com fios tingidos, que já estão danificados pela coloração;
  • Aparar o cabelo com certa frequência também é importante para limpar as pontas duplas e quebradiças e deixar o cabelo mais forte. Não tenha medo, pense no benefício;

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  • O que você come também reflete na saúde do cabelo, sabia? Para fios saudáveis e com bom crescimento, é necessária uma alimentação rica em proteínas, zinco (encontrado em castanhas e amendoim, por exemplo) e ferro (encontrado em carne de fígado, por exemplo, e gema de ovo). 
  • Para evitar a descamação do couro cabeludo que gera doenças como caspa, é recomendável a ingestão de peixe, leite e cereias, que são ricos em vitamina do complexo B, que nutre  e protege o couro cabeludo.

E para encerrar esse post, deixo aqui algumas inspirações de tons de ruivos para você que pensa e arruivar-se ou simplesmente é curiosa do assunto.

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MAIS: Dicas de penteados para cabelos com franjas

Qual tom é seu favorito? Me conta!

beijos e até a próxima!!

Marcéli

Etiqueta nas redes sociais: um guia completo para não cometer gafes

Dicas para melhorar o convívio social através da internet, ferramenta que faz parte do nosso dia a dia.

Dieta low carb e treinos para definição: como tem funcionado para mim

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Resolvi falar um pouco, aqui, sobre como tem sido meu primeiro mês de treinos intensos com o Lucas Franco e de dieta low carb, com a Mari Cabral, porque as dúvidas e os questionamentos tem sido muitos através do meu Instagram (felizmente!).

Em primeiro lugar – já falei sobre isso anteriormente, mas, vou reforçar -, eu nunca tive uma meta prioritária de “ser fitness”, de me tornar dona de um corpo padrão ou de qualquer destas alternativas radicais e limitantes. A única coisa que sempre quis foi manter uma rotina legal de exercícios para ser saudável, ágil, forte e me sentir disposta.

Sempre pratiquei exercícios, desde criaça. Danço ballet desde os 6 anos, já fiz natação por 10 anos, já lutei boxe, fiz sapateado, jazz, enfim, a vida inteira fui ativa. Gosto de me exercitar, porque é um momento que separo para abstrair o estresse e relaxar a mente.

SOBRE FAZER DIETA

Dieta? Nunca tinha feito. Mas acredito que seja algo importante não só para quem tem uma meta de físico, mas, para nutrir o corpo daquilo que ele precisa para funcionar direito. Já imaginou carregar uma máquina com carregador de outro objeto diferente? Pode dar problema, certo? Assim é nosso corpo. Precisamos nos alimentar daquilo que vai faze-lo funcionar corretamente, desde os músculos, até os órgãos.

Por isso, há 2 anos e pouquinho faço acompanhamento nutricional com a Mariana Cabral, que é não só minha ex colega de ballet, mas minha amiga e, desde então, minha vida alimentar mudou. Me sinto mais disposta, durmo melhor, sei até mesmo equilibrar melhor as exceções que quero abrir (porque é claro que dieta não é regime militar e a gente pode se dar ao direito de comer uma besteirinha, vez ou outra).

POR QUE COMECEI A LOW CARB?

Meu objetivo tem sido a definição muscular e a perda de gordura (os mais difíceis, parabéns pra mim pela escolha kkk), então, a cada exame de bioimpedância, minha nutri avalia o ganho de massa magra e a perda de gordura (quando há). No meu exame mais recente, consegui perder peso, porém, a massa magra acabou diminuindo – isso é algo MEGA difícil de realizar: perda de peso sem perder massa magra.

A low carb entrou na minha vida para equilibrar a quantidade de carboidrato que eu estava ingerindo. Sou louca por massa, por batata, mas, o carboidrato em excesso pode nos levar a picos de glicose e ao ganho excessivo de massa, além da vontade compulsiva por doce. Se eu como essas coisas, ainda? Sim! Mas em raras ocasiões. O arroz, por exemplo, deu lugar à batata doce, ao purê de abóbora e aos carbos mais leves. Pão só proteico, bolos e pizzas só integrais e cerveja esquece (sim, tem 1 mês que não bebo cerveja).

E sabe qual a parte mais incrível de tudo isso? Sinto menos fome. Antes da low carb, minha fome a cada refeição era voraz. E eu acabava comendo além do necessário, o que me deixava estufada e mais longe do meu objetivo de secar gordura. Parece mentira, mas é real: dieta low carb proporciona muito mais controle da fome e a sua disposição não muda, só melhora.

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COMO É O ACOMPANHAMENTO COM UM PERSONAL?

E aí, juntamente com a low carb, entrou o acompanhamento do personal Lucas Franco nos meus treinos, que foram criados por ele pensando neste meu objetivo: perda de gordura e definição muscular. É fácil alcançar? NÃO. Os treinos são mais “de boa”, porque definição não exige que se pegue muito peso? NÃO. Nada disso.

Os treinos voltados pra definição muscular e perda de gordura são PAULEIRA pra [email protected], como vocês podem ver pelos meus Stories. Ele geralmente me passa exercícios de cardio alguns dias, para elevar a frequência (algo que aumenta o metabolismo) e em outros dias me passa treinos de força, algo mais voltado para o trabalho intenso muscular.

Dificilmente eu repito exercícios, cada dia é 1 e cada treino é 1 também. O que varia são os focos: braço, perna, glúteo, peito. Tem dor, tem dificuldade, tem suor pra caramba, tem estresse muscular e é só assim que a gente consegue definir. Não tem outro caminho possível, pelo menos, até o momento.

Sobre suplementação: tomo BCAA, também orientado pela minha nutri, de pré e pós treino; no pós treino, alio o BCAA à Creatina. Como só faço ingestão de peixes e laticíneos (não como nenhum tipo de carne), meu ganho de massa magra é mais difícil, por isso a adição da Creatina.

Já tive uma experiência ruim com a Creatina um tempo atrás, logo que comecei a suplementar, mas, meus treinos eram diferentes e minha dieta também. Ainda não fazia low carb, nem treinava com personal, logo, é bem possível que os resultados sejam diferentes desta vez. Estou torcendo e, principalmente, me esforçando pra isso.

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CADA PESSOA É UMA E CADA CORPO É UM

Minha intenção com esse post não é criar fiéis seguidoras que vão seguir à risca tudo que tenho feito no âmbito “fitness”, de dieta e exercícios. É só, realmente, matar a curosidade de alguns sobre minha rotina de alimentação e treinos e, quem sabe, motivar quem está aí numa dúvida a respeito e começar ou não algum dos dois. Eu tô curtindo demais a mudança e recomendo, para quem quer.

No mais, sou da opinião de que se alimentar bem e se exercitar nunca são má ideia, já que só trazem benefícios para nosso corpo. Cada um pode ir no seu ritmo, fazer coisas das quais gosta (tanto na dieta, quanto no exercício) e, assim, alcançar um equilíbrio na sua rotina e mais qualidade de vida.

E o principal, na minha opinião: não encare treino ou dieta como punições. Encare-os como cuidado com seu corpo; um agrado que você se faz, para se sentir melhor, mais bonita, mais disposta. Nada é punição, tudo é um benfício que você está proporcionando a si mesma. É só mudar a linha de pensamento.

Você não precisa exercitar seu corpo ou fazer dieta porque se acha feia; você pode – e deve – faze-lo porque se acha linda e quer se cuidar. Você merece isso!

MAIS: 7 alimentos termogênicos que auxiliam o emagrecimento e a saúde

Que tal se dar uma chance? Te vejo na próxima! Beijos,

Marcéli.

Como funciona o Tarot e qual minha experiência em consultas

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Esse ano posso dizer que sofri grande aprendizado espiritual, em muitos âmbitos. Sempre me interessei por Astrologia, Espiritismo e Misticismos de maneira geral e, finalmente, arrumei um tempinho pra aprimorar meu conhecimento na área. Aprender nunca é demais, não é mesmo?

Foi quando conheci, entre muitas pessoas incríveis e cheias de conhecimento pra passar, o Luan Rocha. Já o conhecia virtualmente há um tempo, pois ele havia sido indicado pela Nuta, do @gws_mag, como ótimo profissional de tarot, reiki, entre outros trabalhos do segmento que ele faz. Tive a oportunidade de me consultar em sua sessão de Tarot e o resultado foi incrível. Esclarecedor, reconfortante, me senti plenamente orientada e com força revigorada para seguir minha caminhada. 

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O QUE É O TAROT?

O tarot e o baralho cigano são ferramentas oraculares genuínas, de conexão com nossa alma e com nossos caminhos. Instrumentos de autoconhecimento, orientam e esclarecem questões que envolvem nossas relações, família, amigos, trabalho, além dos âmbitos espiritual e emocional.

Cada carta traz um significado que evoca um sentido e que se adequam às suas questões. Jung, um dos grandes pais da psicologia moderna, acreditava que as cartas podiam trazer para a luz da consciência conteúdos que a maioria de nós reprime, devido aos medos e aos bloqueios que criamos ao longo da vida.

Uma consulta com o baralho cigano ou tarot pode nos auxiliar de diversas maneiras. Além de trazer respostas, pode, em segundo plano, promover uma maior compreensão em torno de nós mesmos. Em razão de sua aura mágica, uma consulta com um tarólogo pode proporcionar ao consulente a oportunidade de tomar decisões com mais segurança e compaixão.

Qualquer pessoa pode vivenciar o tarot. Basta procurar um profissional de confiança, que saiba conduzir este momento com sensibilidade, ética e amor.

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DURAÇÃO E EFEITOS

Em geral, a consulta de Tarot dura 1 hora, tempo no qual são feitas perguntas ao oráculo. Em seguida, o profissional joga as cartas e interpreta o jogo, fazendo emergir esclarecimentos e mais questionamentos, para o consulente sair dali certo de qual caminho tomar.
Magia, encanto, autoconhecimento e espiritualidade são as palavras que representam tanto o tarot, quanto o baralho cigano. Ferramenta intensa, ela apenas reflete o que ja está dentro de cada um de nós.

CETICISMOS EM TORNO DO ASSUNTO

Vale lembrar que religião não é uma Ciência Exata, portanto, de nada adianta achar que se consultar em uma sessão te dará respostas dogmáticas e com exatidão sobre tudo na sua vida, por dois motivos: 1) as pessoas têm livre arbítrio e 2) as circunstâncias podem mudar.

A questão é: se você não crê, não adianta. A fé é um instrumento essencial para qualquer trabalho espiritual que você faça, portanto, uma vez que você não a possui, é como tentar capinar sem uma inchada. Sabe como?

No mais, pra quem gosta e curte esse segmento, eu indico demais o trabalho do Lu. De coração, foi uma das melhores sessões de Tarot da minha vida! Quem tiver interesse é só mandar um Direct através do seu Instagram para agendar consultas, sejam presenciais ou virtuais!

Beijo e até a próxima dica!

Marcéli

1 mês sem açúcar refinado: o que aprendi com o desafio

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Em razão à grande repercussão causada pelo meu desafio 1 mês sem açúcar – e porque através dos Stories do Instagram não dá para se prolongar demais -, o post de hoje vai contar um pouquinho dos motivos que me levaram a fazer este propósito e como me senti ao concluí-lo.

POR QUE CORTAR O AÇÚCAR REFINADO?

Segundo minha nutri Mariana Cabral (e algo que também concluí com pesquisas que fiz), nosso organismo não necessita do açúcar (e de um monte de outras porcarias que a gente come) para sobreviver. Nós ingerimos “porcarias” não para nos alimentar, mas, para obter o sentimento de prazer – e tudo bem, não há nada de mal nisso.

Em minha opinião, o “mal” acontece quando chegamos no excesso. E eu cheguei, um tempo atrás. Este foi o ponto de partida para minha decisão de me desafiar. Existem outros açúcares menos nocivos para o corpo que promovem sensação de prazer sem nos viciar tão agressivamente e, então, resolvi que, para me desintoxicar do açúcar refinado, que vinha consumindo excessivamente, iria cortá-lo e aderir às versões mais saudáveis.

EU TENHO CELULITE – E NÃO PRETENDO ELIMINÁ-LAS DEFINITIVAMENTE

Eu não vou ser hipócrita aqui e dizer que gosto das celulites e da flacidez que aparecem no meu corpo em razão das porcarias que eu como de vez em quando. Mas, também não vou me iludir dizendo para mim mesma que nunca mais vou comer essas porcarias, porque é mentira. A única maneira de remover significativamente a celulite e a flacidez no corpo, além de praticar exercícios e fazer tratamentos estéticos, é cortando todo tipo de gordura da alimentação e, na boa, eu não vou propôr isso a mim mesma porque, sim, comer também é um prazer que curto proporcionar a mim – e, de vez em quando, isso inclui comer uma besteira e tomar meu vinhozinho. Então é, basicamente, um acordo que faço comigo mesma e com meu corpo: ok, você vai ter umas celulites aqui e ali, porque eu gosto de comer umas besteirinhas aqui e ali e não quero me privar totalmente disso. Ponto.

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Mas é óbvio que não é tão simples assim conviver com os “defeitinhos”, principalmente, em meio ao mundo em que a gente vive e à imagem que as pessoas têm de mim. Sim, embora não pareça, eu sigo lutando contra o protótipo de “corpo perfeito” que eu passo – que NÃO é nem de longe a intenção, porque meu corpo não é nada perfeito; acredite você ou não, eu preciso me lembrar, volta e meia, de parar de me cobrar tanto todos os dias, porque essa autocobrança excessiva ocorre – de mim mesma e, inconscientemente, dos outros. Preciso dialogar comigo mesma e dizer que sou humana e que perfeição não existe…

Faço academia sim, me alimento (dentro do possível) numa dieta balanceada e saudável, porque é a maneira que encontro de cuidar de mim e que me faz feliz, mas, também porque eu gosto de fazer a manutenção do meu corpo. E, acreditem, é difícil admitir isso em plena web. Eu amo me cuidar, mas, eu gosto do bônus que isso traz, que é meu peso ideal e manter tudo durinho (dentro do possível, também). Eu não me sentiria feliz levando uma vida sedentária e vendo tudo “cair” em frente ao espelho. Cada um tem uma escolha e essa é a minha.

COMO ME SENTI SEM INGERIR AÇÚCAR REFINADO POR 1 MÊS

Independente de toda motivação que me levou a esse propósito, o fato é que se desintoxicar daquilo que seu corpo não precisa é bom. Que fique claro que não estou dizendo aqui pra você copiar meu propósito e cortar as comidas “tranqueiras” da sua vida, nem virar fitness – só estou dividindo minha experiência acerca disso, caso você pense em fazer algo semelhante ou simplesmente sinta curiosidade de saber como foi.

E, assim como todo hábito ou substância que vicia, na primeira semana foi DURO. Eu pensei em desistir, pensava em me sabotar, foi um sofrimento real – não vou mentir dizendo que foi fácil. Era MUITO torturador ver minha mãe (uma viciada em açúcar desde sempre) saborear um bolo ou uma trufa na minha frente e ter que recusar, porque SIM, ela oferecia todos os dias. Eu precisava lembrá-la, diariamente, que tinha feito um propósito – porque se eu somente recusasse o doce sem lembrá-la do motivo, eu tinha que ouvir que era “obcecada por dieta”, “radical”, “que não me proporcionava prazer”, etc.

Eu me sentia uma viciada em cocaína tendo que olhar pra alguém cheirando e sendo obrigada a recusar. É sério. A coisa é muito louca quando a gente vicia o organismo em algo sem se dar conta. Eu não sei o que é ser viciada em cocaína, mas, em açúcar refinado eu sei. Bom… Na segunda semana eu tava menos em pânico por ficar sem a substância, mas, quase todo dia precisava comer algo doce – e não me refiro a frutas. Me refiro a açúcares, mesmo, que não eram o refinado, mas, ajudavam com a “abstinência”: chocolates zero, pedaço de bolo com adoçante ou açúcar demerara; eu precisava “lembrar” meu corpo que existia uma fonte genérica alimentícia de prazer, porque isso me torturava menos a respeito do propósito.

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Até que, na terceira semana, eu comecei a não sentir falta. Eu não sei explicar por meios científicos ou biológicos como isso ocorre, mas, sei dizer que foi meio que mágica. A cada término de refeição – almoço, principalmente -, a vontade absurda de doce não me acometia tão fortemente. Dava para relevar. Recusar a sobremesa que minha mãe oferecia ou receber Directs no Instagram de pessoas dizendo “que comeram KitKat hoje” não era tão doloroso mais. E assim foi, gradativamente. Até completar 1 mês de desafio. Se eu parei de sentir vontade de doce? Não! O primeiro doce gordo, lotado de açúcar refinado que comi logo que terminei o propósito foi um brigadeiro e, milagrosamente (ou não) eu não senti aquele prazer quase que orgásmico. Foi até esquisito; não preencheu nenhum vazio dentro de mim, pelo contrário; me mantive igual. E a partir disso me toquei do que era estar desintoxicada.

O QUE APRENDI COM ISSO

Esse propósito me ensinou duas coisas: 1) que nada em excesso é bom; na vida, tudo de que precisamos é equilíbrio. E que, antes de se propôr qualquer coisa, você precisa estar certa e focada do que quer, para não se frustrar. E 2) que a única pessoa que pode te ajudar no cumprimento de uma meta é você mesma. Tudo vai conspirar contra para te testar – inclusive as pessoas mais próximas – e cabe a você ter palavra consigo mesma para chegar até onde quer, sem precisar da aprovação de ninguém. O que importa é aonde quer chegar e não interessa se ninguém concorda com o que você está fazendo; interessa o que você quer pra você – e desde que não te prejudique, nem prejudique outrem, acho super válido ir em frente.

Eu não quero ser exemplo de conduta para ninguém com esse propósito, nem com outro que venha a fazer. Sou uma mulher normal, comum, cheia de inseguranças, desejos e gangorras emocionais como qualquer outra que quer, aqui, compartilhar um pouco de sua vida para ajudar quem lê, principalmente, se você também for mulher. A gente sempre pode ajudar, porque alguém sempre se identifica com nossos problemas, metas e conquistas. E o objetivo da minha exposição é este – te ajudar, me solidarizar a você, caso esteja passando ou já tenha passado por algo semelhante.

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Pra finalizar, essa foi a maneira que encontrei de me mudar naquilo que acho que preciso melhorar: me desafiando. É uma conquista pessoal que gosto de “colecionar”, digamos. Me sinto bem a cada desafio cumprido, porque a sensação de concluir uma meta, seja ela qual for, é maravilhosa. E eu gosto de compartilhar para, quem sabe, incentivar para o bem aquelas que me lêem.

MAIS: 5 maneiras de cuidar mais de si mesma

Espero ter ajudado você! Beijos e até o próximo desafio 😉

Marcéli

 

Moda para todas: como usá-la a seu favor

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Tantos posts explicando jeitos de aderir às tendências da moda e, até hoje, poucos (ou quase nenhum) explicando a verdadeira essência do que eu faço. Afinal, qual o objetivo de falar de moda e como fazer isso a nosso favor?

Em primeiro lugar, queria deixar claro que não existe “ditar regras” ou “ditar moda“. Esqueça esse verbo, “ditar“. Ninguém dita nada. Cada pessoa que estudou sobre o assunto passa um pouco do seu conhecimento para você da maneira que acha melhor. E minha maneira é dizer que a moda é amor e serve para todas. Exatamente! Vida real é diferente de passarela e não existe “corpo ideal”; existe o seu corpo e como vamos trabalhar a moda à favor dele. Esse é o caminho para mim.moda | moda 2018 | consultoria de moda | consultoria de estilo | consultora de moda em santos | moda democratica | dicas de moda | autoestima | empoderamento femininoAté mesmo nas passarelas, a questão da magreza vem caindo por terra. Porque, se pararmos para pensar, uma vez que o vestir é para todos e, se o público que consome a informação de moda é aquele que vai comprar o produto visto nos desfiles, não faz sentido produzir looks/peças só para pessoas de um nicho (no caso, magras). moda | moda 2018 | consultoria de moda | consultoria de estilo | consultora de moda em santos | moda democratica | dicas de moda | autoestima | empoderamento feminino

A democracia da moda vem se consolidando cada vez mais e, ainda que algumas mídias não tenham acatado este ideal de modo mais firme, o importante é que existem aqueles profissionais e aquelas mídias que já trabalham com essa visão. E muitos! E cada vez mais!!

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Se a moda é para todas, como trabalhar, na prática, com cada tipo de corpo? É simples: fazer uso da modelagem de uma peça de acordo com o que você quer enfatizar X disfarçar. Mas é legal lembrar: “disfarçar” não significa que você odeia essa sua característica e quer sumir com ela. Você apenas prefere mostrar outras coisas e tudo bem quanto a isso.

É, simplesmente, achar que outras regiões merecem mais atenção no todo do visual. Por isso, antes de aderir a uma aposta de moda da qual você gosta, pense duas coisas: 1) se você se identifica com ela, ou se é só um impulso momentâneo e 2) se essa aposta favorece seu corpo da forma como você gosta de se ver no espelho ou em fotos.

moda | moda 2018 | consultoria de moda | consultoria de estilo | consultora de moda em santos | moda democratica | dicas de moda | autoestima | empoderamento femininoÉ normal nos deixarmos levar por estereótipos de perfeição e achar que nunca estamos lindas o suficiente ou que nunca vamos ter “corpo” para usar tal peça. Acredite, isso não acontece só com você.moda | moda 2018 | consultoria de moda | consultoria de estilo | consultora de moda em santos | moda democratica | dicas de moda | autoestima | empoderamento feminino

Respeite seu tempo de entender as coisas, mas, faça uma forcinha para assimilar a ideia de que não existe perfeição em ninguém. Todas são lindas à sua maneira, com suas características. Um corpo gordo, assim como um corpo magro, são características, não elogios. A forma do seu corpo ou do seu rosto não configura nenhuma qualificação ou demérito. É só o que é: uma característica. E ponto final.

Procurar a melhora dentro do que você julga que precisa é bom, mas, a partir do momento que isso vira uma obsessão e te cega para suas qualidades, não é mais saudável. Aprenda a enxergar suas qualidades em primeiro lugar, SEMPRE. E a se amar independente de qualquer coisa, independente do seu estado atual.

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Imagens: Pinterest e Unsplash – reprodução.

No mais, meu trabalho com a moda consiste em fazer cada uma se amar e enxergar seus valores, utilizando as peças de roupa para enfatizá-los. A moda é uma aliada da autoestima e não uma rival ou um termômetro de dignidade.

Você não precisa deixar de ser quem é para ser outra pessoa; você pode ser a melhor versão de você mesma, todos os dias. Vamos fazer um trato: a partir de hoje, você vai olhar com mais carinho e respeito para si mesma e vai procurar, sempre, avaliar uma tendência de moda de acordo com o que te valoriza, ao invés de fazer o oposto.  Não é você que precisa entrar na calça – é a calça que precisa entrar em você. Saca?

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Você já conhece a Rosegal? Com peças para lá de descoladas voltadas ao público plus size, você consegue estar vestida na moda, em looks lindos, e por preço bem em conta.  Aqui você confere alguns selecionados pra sentir o gostinho do que tem por lá pelo site!

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Imagens: Rosegal – reprodução.

Para ver mais, é só dar um pulinho no site e conferir mais detalhes!

MAIS: Como trabalhar moda e autoestima juntas

Eu estarei aqui pra te ajudar, sempre! #UseaModaparaSerFeliz

beijos e até a próxima,

Marcéli

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