O que meu ranço por algumas pessoas pode te ensinar sobre construção de imagem

CADA UM TEM DE VOCÊ A IMAGEM QUE VOCÊ MESMA(O) ESCOLHE CONSTRUIR DIARIAMENTE
Se você não está contente com a maneira como tem sido lida(o), responsabilize-se por isso e pare de terceirizar para o outro uma decisão que é sua.

Vejo muita gente insatisfeita com a forma com a qual é vista e pouco ou nada fazendo para mudar esse cenário. Acabam por ficar no conformismo, numa energia parada horrível, que emanam para si mesmos(as), ou reunem toda frustração que sofrem, diante disso, e carregam um peso de uma mensagem de afastamento em seu semblante. O resultado é negativo em ambos os casos.

Eu confesso que é mais forte do que eu: tenho o péssimo (ou o ótimo) hábito de analisar cada postura, cada código visual, cada atitude, especialmente, de pessoas do meu convívio – para além das minhas clientes, óbvio.

Apesar de muito racional, eu não consigo construir relações sem ter afinidade, por puro e simples interesse – mas eu sei que muita gente consegue. O que é um pouco triste, levando em conta que sou bem difícil de me abrir e aí, constatar que todo trabalho de me permitir a proximidade me resultou num poço sem fundo de decepção é, pra mim, motivo de grande frustração. E por decepção eu também me refiro à minha parcela de culpa de criar expectativa.

E em meio a frustrações assim eu me peguei, nos últimos tempos, desejando por muitas vezes desconhecer algumas pessoas; e que pena que o botão desconhecer não vem embutido no nosso cérebro. Apesar do aborrecimento, não posso negar que junto com isso veio um simples e grande aprendizado: meus 20% construíram os julgamentos que faço dessas pessoas, mas os 80% foram construído por elas.

Nesse sentido: o que você tem construído sobre você mesma(o) por aí com suas escolhas visuais, verbais e de postura?

Imagem | comportamento | autoestima | regulação emocional | empoderamento | estilo

Eu vou além no meu raciocínio e vou confessar outra coisa: quando se trata de imagem e postura, eu não dou ponto sem nó.

Absolutamente todas as minhas escolhas são intencionais, em qualquer ambiência – e a primeira e mais importante intenção é:

— ME SENTIR BEM.

Subserviência, coitadismo, vitimismo e inferioridade definitivamente não combinam com minha skin e passar longe dessas mensagens visuais e posturais sempre será algo que estará no meu Top 3 intenções pela imagem.

A partir disso, é natural que ocorram os julgamentos dos 20% que cabem aos outros. E eles vêm aos montes:

“Arrogante;
Materialista;
Metida;
Esnobe;
Superficial;
Imatura;
Vazia.” 

Se eu disser que alguns desses rótulos que tentaram colocar em mim nunca me magoaram, estaria mentindo. Mas lembra dos 80-20? Se a maioria entende minha mensagem e se inspira com ela, por que o peso dos 20% que mal interpretam vai me afetar?

Se estes 20% vêm de pessoas importantes pra mim, talvez esteja na hora de eu rebaixá-los a uma maior desimportância.

Aí você vai me perguntar: “ué, Má, mas e o seu julgamento das pessoas que você mencionou que queria desconhecer?

Pois bem, a máxima é uma via de mão dupla: eu construí meus 80% e alguns me leram negativamente com seus 20%;  essas pessoas também escolheram construir seus 80% e eu as li com meus 20%; na minha leitura, a conclusão é negativa e eu me afasto; na leitura delas, suas conclusões são negativas e elas também devem se afastar de mim.

Lembra o que eu disse sobre se posicionar? Na prática, é isso. 

E apesar desse texto parecer ser sobre mim, ele também é sobre você. Ocupe-se em se melhorar, dentro dos seus parâmetros, e você vai encontrar quem se identifique com eles. E literalmente: azar de quem não se identificar.

O caminho mais eficaz para solidificar essa construção é a Assinatura de Estilo. Para você conhecer o método e ser assertiva na sua comunicação a partir dele, entre em contato e agende uma análise premium.

A vida é curta demais para viver nos achismos e se submeter aos julgamentos alheios – e há sempre onde se melhorar!
Xoxo

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