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Dieta low carb e treinos para definição: como tem funcionado para mim

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Resolvi falar um pouco, aqui, sobre como tem sido meu primeiro mês de treinos intensos com o Lucas Franco e de dieta low carb, com a Mari Cabral, porque as dúvidas e os questionamentos tem sido muitos através do meu Instagram (felizmente!).

Em primeiro lugar – já falei sobre isso anteriormente, mas, vou reforçar -, eu nunca tive uma meta prioritária de “ser fitness”, de me tornar dona de um corpo padrão ou de qualquer destas alternativas radicais e limitantes. A única coisa que sempre quis foi manter uma rotina legal de exercícios para ser saudável, ágil, forte e me sentir disposta.

Sempre pratiquei exercícios, desde criaça. Danço ballet desde os 6 anos, já fiz natação por 10 anos, já lutei boxe, fiz sapateado, jazz, enfim, a vida inteira fui ativa. Gosto de me exercitar, porque é um momento que separo para abstrair o estresse e relaxar a mente.

SOBRE FAZER DIETA

Dieta? Nunca tinha feito. Mas acredito que seja algo importante não só para quem tem uma meta de físico, mas, para nutrir o corpo daquilo que ele precisa para funcionar direito. Já imaginou carregar uma máquina com carregador de outro objeto diferente? Pode dar problema, certo? Assim é nosso corpo. Precisamos nos alimentar daquilo que vai faze-lo funcionar corretamente, desde os músculos, até os órgãos.

Por isso, há 2 anos e pouquinho faço acompanhamento nutricional com a Mariana Cabral, que é não só minha ex colega de ballet, mas minha amiga e, desde então, minha vida alimentar mudou. Me sinto mais disposta, durmo melhor, sei até mesmo equilibrar melhor as exceções que quero abrir (porque é claro que dieta não é regime militar e a gente pode se dar ao direito de comer uma besteirinha, vez ou outra).

POR QUE COMECEI A LOW CARB?

Meu objetivo tem sido a definição muscular e a perda de gordura (os mais difíceis, parabéns pra mim pela escolha kkk), então, a cada exame de bioimpedância, minha nutri avalia o ganho de massa magra e a perda de gordura (quando há). No meu exame mais recente, consegui perder peso, porém, a massa magra acabou diminuindo – isso é algo MEGA difícil de realizar: perda de peso sem perder massa magra.

A low carb entrou na minha vida para equilibrar a quantidade de carboidrato que eu estava ingerindo. Sou louca por massa, por batata, mas, o carboidrato em excesso pode nos levar a picos de glicose e ao ganho excessivo de massa, além da vontade compulsiva por doce. Se eu como essas coisas, ainda? Sim! Mas em raras ocasiões. O arroz, por exemplo, deu lugar à batata doce, ao purê de abóbora e aos carbos mais leves. Pão só proteico, bolos e pizzas só integrais e cerveja esquece (sim, tem 1 mês que não bebo cerveja).

E sabe qual a parte mais incrível de tudo isso? Sinto menos fome. Antes da low carb, minha fome a cada refeição era voraz. E eu acabava comendo além do necessário, o que me deixava estufada e mais longe do meu objetivo de secar gordura. Parece mentira, mas é real: dieta low carb proporciona muito mais controle da fome e a sua disposição não muda, só melhora.

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COMO É O ACOMPANHAMENTO COM UM PERSONAL?

E aí, juntamente com a low carb, entrou o acompanhamento do personal Lucas Franco nos meus treinos, que foram criados por ele pensando neste meu objetivo: perda de gordura e definição muscular. É fácil alcançar? NÃO. Os treinos são mais “de boa”, porque definição não exige que se pegue muito peso? NÃO. Nada disso.

Os treinos voltados pra definição muscular e perda de gordura são PAULEIRA pra [email protected], como vocês podem ver pelos meus Stories. Ele geralmente me passa exercícios de cardio alguns dias, para elevar a frequência (algo que aumenta o metabolismo) e em outros dias me passa treinos de força, algo mais voltado para o trabalho intenso muscular.

Dificilmente eu repito exercícios, cada dia é 1 e cada treino é 1 também. O que varia são os focos: braço, perna, glúteo, peito. Tem dor, tem dificuldade, tem suor pra caramba, tem estresse muscular e é só assim que a gente consegue definir. Não tem outro caminho possível, pelo menos, até o momento.

Sobre suplementação: tomo BCAA, também orientado pela minha nutri, de pré e pós treino; no pós treino, alio o BCAA à Creatina. Como só faço ingestão de peixes e laticíneos (não como nenhum tipo de carne), meu ganho de massa magra é mais difícil, por isso a adição da Creatina.

Já tive uma experiência ruim com a Creatina um tempo atrás, logo que comecei a suplementar, mas, meus treinos eram diferentes e minha dieta também. Ainda não fazia low carb, nem treinava com personal, logo, é bem possível que os resultados sejam diferentes desta vez. Estou torcendo e, principalmente, me esforçando pra isso.

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CADA PESSOA É UMA E CADA CORPO É UM

Minha intenção com esse post não é criar fiéis seguidoras que vão seguir à risca tudo que tenho feito no âmbito “fitness”, de dieta e exercícios. É só, realmente, matar a curosidade de alguns sobre minha rotina de alimentação e treinos e, quem sabe, motivar quem está aí numa dúvida a respeito e começar ou não algum dos dois. Eu tô curtindo demais a mudança e recomendo, para quem quer.

No mais, sou da opinião de que se alimentar bem e se exercitar nunca são má ideia, já que só trazem benefícios para nosso corpo. Cada um pode ir no seu ritmo, fazer coisas das quais gosta (tanto na dieta, quanto no exercício) e, assim, alcançar um equilíbrio na sua rotina e mais qualidade de vida.

E o principal, na minha opinião: não encare treino ou dieta como punições. Encare-os como cuidado com seu corpo; um agrado que você se faz, para se sentir melhor, mais bonita, mais disposta. Nada é punição, tudo é um benfício que você está proporcionando a si mesma. É só mudar a linha de pensamento.

Você não precisa exercitar seu corpo ou fazer dieta porque se acha feia; você pode – e deve – faze-lo porque se acha linda e quer se cuidar. Você merece isso!

MAIS: 7 alimentos termogênicos que auxiliam o emagrecimento e a saúde

Que tal se dar uma chance? Te vejo na próxima! Beijos,

Marcéli.

1 mês sem açúcar refinado: o que aprendi com o desafio

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Em razão à grande repercussão causada pelo meu desafio 1 mês sem açúcar – e porque através dos Stories do Instagram não dá para se prolongar demais -, o post de hoje vai contar um pouquinho dos motivos que me levaram a fazer este propósito e como me senti ao concluí-lo.

POR QUE CORTAR O AÇÚCAR REFINADO?

Segundo minha nutri Mariana Cabral (e algo que também concluí com pesquisas que fiz), nosso organismo não necessita do açúcar (e de um monte de outras porcarias que a gente come) para sobreviver. Nós ingerimos “porcarias” não para nos alimentar, mas, para obter o sentimento de prazer – e tudo bem, não há nada de mal nisso.

Em minha opinião, o “mal” acontece quando chegamos no excesso. E eu cheguei, um tempo atrás. Este foi o ponto de partida para minha decisão de me desafiar. Existem outros açúcares menos nocivos para o corpo que promovem sensação de prazer sem nos viciar tão agressivamente e, então, resolvi que, para me desintoxicar do açúcar refinado, que vinha consumindo excessivamente, iria cortá-lo e aderir às versões mais saudáveis.

EU TENHO CELULITE – E NÃO PRETENDO ELIMINÁ-LAS DEFINITIVAMENTE

Eu não vou ser hipócrita aqui e dizer que gosto das celulites e da flacidez que aparecem no meu corpo em razão das porcarias que eu como de vez em quando. Mas, também não vou me iludir dizendo para mim mesma que nunca mais vou comer essas porcarias, porque é mentira. A única maneira de remover significativamente a celulite e a flacidez no corpo, além de praticar exercícios e fazer tratamentos estéticos, é cortando todo tipo de gordura da alimentação e, na boa, eu não vou propôr isso a mim mesma porque, sim, comer também é um prazer que curto proporcionar a mim – e, de vez em quando, isso inclui comer uma besteira e tomar meu vinhozinho. Então é, basicamente, um acordo que faço comigo mesma e com meu corpo: ok, você vai ter umas celulites aqui e ali, porque eu gosto de comer umas besteirinhas aqui e ali e não quero me privar totalmente disso. Ponto.

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Mas é óbvio que não é tão simples assim conviver com os “defeitinhos”, principalmente, em meio ao mundo em que a gente vive e à imagem que as pessoas têm de mim. Sim, embora não pareça, eu sigo lutando contra o protótipo de “corpo perfeito” que eu passo – que NÃO é nem de longe a intenção, porque meu corpo não é nada perfeito; acredite você ou não, eu preciso me lembrar, volta e meia, de parar de me cobrar tanto todos os dias, porque essa autocobrança excessiva ocorre – de mim mesma e, inconscientemente, dos outros. Preciso dialogar comigo mesma e dizer que sou humana e que perfeição não existe…

Faço academia sim, me alimento (dentro do possível) numa dieta balanceada e saudável, porque é a maneira que encontro de cuidar de mim e que me faz feliz, mas, também porque eu gosto de fazer a manutenção do meu corpo. E, acreditem, é difícil admitir isso em plena web. Eu amo me cuidar, mas, eu gosto do bônus que isso traz, que é meu peso ideal e manter tudo durinho (dentro do possível, também). Eu não me sentiria feliz levando uma vida sedentária e vendo tudo “cair” em frente ao espelho. Cada um tem uma escolha e essa é a minha.

COMO ME SENTI SEM INGERIR AÇÚCAR REFINADO POR 1 MÊS

Independente de toda motivação que me levou a esse propósito, o fato é que se desintoxicar daquilo que seu corpo não precisa é bom. Que fique claro que não estou dizendo aqui pra você copiar meu propósito e cortar as comidas “tranqueiras” da sua vida, nem virar fitness – só estou dividindo minha experiência acerca disso, caso você pense em fazer algo semelhante ou simplesmente sinta curiosidade de saber como foi.

E, assim como todo hábito ou substância que vicia, na primeira semana foi DURO. Eu pensei em desistir, pensava em me sabotar, foi um sofrimento real – não vou mentir dizendo que foi fácil. Era MUITO torturador ver minha mãe (uma viciada em açúcar desde sempre) saborear um bolo ou uma trufa na minha frente e ter que recusar, porque SIM, ela oferecia todos os dias. Eu precisava lembrá-la, diariamente, que tinha feito um propósito – porque se eu somente recusasse o doce sem lembrá-la do motivo, eu tinha que ouvir que era “obcecada por dieta”, “radical”, “que não me proporcionava prazer”, etc.

Eu me sentia uma viciada em cocaína tendo que olhar pra alguém cheirando e sendo obrigada a recusar. É sério. A coisa é muito louca quando a gente vicia o organismo em algo sem se dar conta. Eu não sei o que é ser viciada em cocaína, mas, em açúcar refinado eu sei. Bom… Na segunda semana eu tava menos em pânico por ficar sem a substância, mas, quase todo dia precisava comer algo doce – e não me refiro a frutas. Me refiro a açúcares, mesmo, que não eram o refinado, mas, ajudavam com a “abstinência”: chocolates zero, pedaço de bolo com adoçante ou açúcar demerara; eu precisava “lembrar” meu corpo que existia uma fonte genérica alimentícia de prazer, porque isso me torturava menos a respeito do propósito.

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Até que, na terceira semana, eu comecei a não sentir falta. Eu não sei explicar por meios científicos ou biológicos como isso ocorre, mas, sei dizer que foi meio que mágica. A cada término de refeição – almoço, principalmente -, a vontade absurda de doce não me acometia tão fortemente. Dava para relevar. Recusar a sobremesa que minha mãe oferecia ou receber Directs no Instagram de pessoas dizendo “que comeram KitKat hoje” não era tão doloroso mais. E assim foi, gradativamente. Até completar 1 mês de desafio. Se eu parei de sentir vontade de doce? Não! O primeiro doce gordo, lotado de açúcar refinado que comi logo que terminei o propósito foi um brigadeiro e, milagrosamente (ou não) eu não senti aquele prazer quase que orgásmico. Foi até esquisito; não preencheu nenhum vazio dentro de mim, pelo contrário; me mantive igual. E a partir disso me toquei do que era estar desintoxicada.

O QUE APRENDI COM ISSO

Esse propósito me ensinou duas coisas: 1) que nada em excesso é bom; na vida, tudo de que precisamos é equilíbrio. E que, antes de se propôr qualquer coisa, você precisa estar certa e focada do que quer, para não se frustrar. E 2) que a única pessoa que pode te ajudar no cumprimento de uma meta é você mesma. Tudo vai conspirar contra para te testar – inclusive as pessoas mais próximas – e cabe a você ter palavra consigo mesma para chegar até onde quer, sem precisar da aprovação de ninguém. O que importa é aonde quer chegar e não interessa se ninguém concorda com o que você está fazendo; interessa o que você quer pra você – e desde que não te prejudique, nem prejudique outrem, acho super válido ir em frente.

Eu não quero ser exemplo de conduta para ninguém com esse propósito, nem com outro que venha a fazer. Sou uma mulher normal, comum, cheia de inseguranças, desejos e gangorras emocionais como qualquer outra que quer, aqui, compartilhar um pouco de sua vida para ajudar quem lê, principalmente, se você também for mulher. A gente sempre pode ajudar, porque alguém sempre se identifica com nossos problemas, metas e conquistas. E o objetivo da minha exposição é este – te ajudar, me solidarizar a você, caso esteja passando ou já tenha passado por algo semelhante.

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Pra finalizar, essa foi a maneira que encontrei de me mudar naquilo que acho que preciso melhorar: me desafiando. É uma conquista pessoal que gosto de “colecionar”, digamos. Me sinto bem a cada desafio cumprido, porque a sensação de concluir uma meta, seja ela qual for, é maravilhosa. E eu gosto de compartilhar para, quem sabe, incentivar para o bem aquelas que me lêem.

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Espero ter ajudado você! Beijos e até o próximo desafio 😉

Marcéli

 

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Nos vemos no próximo vídeo. Beijos e um ótimo fim de semana! 😉

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